Márcio Moraes
"no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia"
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Alberto Caeiro - O guardador de rebanhos
Autoria: Alberto Caeiro
Tamanho: 124 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O Guardador de Rebanhos é um conjunto de poemas (49 no total) escritos pelo heterônimo Alberto Caeiro de Fernando Pessoa. Os poemas foram escritos em 1914 e Fernando Pessoa atribuiu sua gênesis a uma única noite de insônia de Caeiro. Foram publicados em 1925 nas 4ª e 5ª edições da revista Athena, com exceção do 8º poema do conjunto que só viria a ser publicado em 1931, na revista Presença.

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de Alberto Caeiro e o site www.marcioadrianomoraes.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
Almeida Garret - Viagens na minha terra
Autoria: Almeida Garret
Tamanho: 1 MB
Formato: PDF
Sinopse:
A narrativa alterna o relato de viagem com a novela sentimental da “menina dos rouxinóis”. O narrador e seus companheiros de jornada partem de Lisboa com destino à cidade histórica de Santarém. A passagem por outros locais importantes é permeada pelo desenvolvimento de reflexões a respeito dos mais variados temas, sempre pertinentes à sociedade lusa. Sinopse disponível em: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/viagens-na-minha-terra.html. Acesso: 1 maio 2014.
 
Aluísio Azevedo - Casa de Pensão
Autoria: Aluísio Azevedo
Tamanho: 2 MB
Formato: PDF
Sinopse:
Casa de pensão, publicado em 1884, é o oitavo livro de Aluísio Azevedo e corresponde à segunda "fase do Rio de Janeiro" do autor, quando veio, finalmente, radicar-se no Rio de Janeiro, deixando o Maranhão. É um típico romance urbano carioca, bem comum à época. Junto com O cortiço (1890), que foi um marco na evolução do romance brasileiro, Casa de pensão é considerado um dos livros mais importantes do autor. Sinopse disponível em: http://loja.tray.com.br/loja/produto-32653-69887-casa_de_pensao__aluisio_de_azevedo. Acesso 13 jul. 2014.
 
Aluísio Azevedo - O Cortiço
Autoria: Aluísio Azevedo
Tamanho: 479 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A obra busca recriar a realidade dos agrupamentos humanos sujeitos à influência da raça, do meio e do momento histórico. O predomínio dos instintos no comportamento do indivíduo, a força da sensualidade da mulher mestiça, o meio como fator determinante do comportamento são algumas das teses naturalistas defendidas pelo autor ao lado de denúncias sociais. O protagonista do romance é o próprio cortiço, onde se acotovelam lavadeiras, trabalhadores de pedreira, malandros e viúvas pobres. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/975-o-cortico. Acesso: 18 abr. 2014.
 
Aluísio Azevedo - O Mulato
Autoria: Aluísio Azevedo
Tamanho: 588 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Na conservadora São Luís, de fins do século XIX, o amor proibido entre Ana Rosa, uma jovem branca, e Raimundo, seu primo mulato. Mas pesa sobre eles o preconceito de uma sociedade hipócrita, que não conhece limites para proteger a situação estabelecida. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/5727-o-mulato. Acesso: 18 abr. 2014.
 
Álvares de Azevedo - Lira dos Vinte Anos
Autoria: Álvares de Azevedo
Tamanho: 1 MB
Formato: PDF
Sinopse:
O livro é dividido em duas partes, onde na Primeira Parte de Lira dos Vinte Anos predomina a poesia mais sentimental, o devaneio do primeiro Byron e de Musset. Pontificam o medo de amar, o desejo vago por virgens inatingíveis, o sentimento de culpa frente aos desejos carnais e o fascínio com a morte. Trata-se de uma poesia de seres imaginários e idéias abstratas vagando na noite enevoada. Na Segunda Parte de Lira dos Vinte Anos, Álvares de Azevedo envereda por um romantismo irônico e sarcástico. Sem abandonar os temas do amor e da morte, representados sempre sob o manto da noite sombria, passa agora a “falar com coisas” (para usar o termo de João Cabral de Melo Neto) - a poetizar os objetos que o rodeiam. Vai agora, em processo claramente metalingüístico, dia-logar ironicamente com os grandes autores do romantismo. Escreve sobre os charutos, sobre uma queda de cavalo (intuição?), sobre o dinheiro (ou a falta deste), em suma, sobre temas corriqueiros que não cabiam na poesia onírica e sentimental da Primeira Parte. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/3028-lira_dos_vinte_anos. Acesso: 31 mar. 2014.
 
Álvares de Azevedo - Noite na taverna
Autoria: Álvares de Azevedo
Tamanho: 262 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Proporciona ao leitor uma viagem ao mundo fantástico da melancolia e morbidez que caracterizam a época em que viveu Álvares de Azevedo. Numa taverna, um grupo de conhecidos reúne-se para espantar o tédio com o vinho nos lábios e contos macabros afluindo da mente. Sinopse disponível em: https://www.skoob.com.br/livro/1640-noite-na-taverna. Acesso 26 out. 2013.
 
Ariano Suassuna - O Santo e a Porca
Autoria: Ariano Suassuna
Tamanho: 2 MB
Formato: PDF
Sinopse:
Esta comédia em três atos, escrita em 1957, traz todas as características do Movimento Armorial, criado por Suassuna. Aproximando-se da literatura de cordel e dos folguedos populares do nordeste, narra a história de Euricão Árabe, um velho avarento devoto de santo Antônio que esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro. Sinopse disponível em:

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de Ariano Suassuna e o site www.marcioadrianomoraes.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
Bernardo Guimarães - A escrava Isaura
Autoria: Bernardo Guimarães
Tamanho: 294 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Escrita no ano de 1875, “A Escrava Isaura” tem como cenário o Brasil escravocrata do século XIX. No decorrer da trama é possível perceber como era a relação entre senhores e escravos, como aconteciam os castigos e o quanto a liberdade era almejada por todos eles. Dentro desse contexto, nasce Isaura, filha de uma escrava e um feitor, portanto considerada também escrava. Ela foi criada como uma verdadeira dama pela esposa do dono da fazenda em que nasceu: Isaura é gentil, tem gestos delicados, sabe tocar piano... Ou seja, ela é a representação do ideal romântico de mulher: a virgem branca angelical. Mas, com a morte de seus senhores, passa a “pertencer” ao filho destes, Leôncio. Por sua boa índole, Isaura recusa-se a dar vazão aos desejos que o cruel Leôncio nutre por ela. É em função desse desejo desenfreado e da contínua repulsa da jovem escrava que o enredo se desenvolve. Mas para salvar Isaura, surge Álvaro, um jovem com ideias abolicionistas que se apaixona por ela e se dispõe a enfrentar Leôncio por esse amor. Assim, a luta por um amor verdadeiro e, principalmente, pela liberdade compõe este romance de Bernardo Guimarães, considerado por muitos a obra prima do autor. Sinopse disponível em: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4054494. Acesso: 31 mar. 2014.
 
Bernardo Guimarães - O garimpeiro
Autoria: Bernardo Guimarães
Tamanho: 604 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O garimpeiro é um romance escrito por Bernardo Guimarães e publicado em 1872. O contrato entre autor e a editora B. L. Garnier foi firmado em 1870, e previa que a primeira edição seria de 2 000 exemplares. O livro é uma narrativa da vida sertaneja com hábitos e costumes mineiros, fala sobre garimpos e as festas da Vila do Patrocínio. O garimpeiro também é um romance de amor e costumes interioranos. A paisagem e natureza são descritas com riqueza de detalhes. Os personagens Major e sua filha Lúcia e Elias "aquele moço de Uberaba" entram logo em ação. O autor narra o cotidiano com detalhes e conhecimento de quem viveu a época.[ Além da utilização de palavreado técnico da mineração como grupiara e pinta, o autor utiliza vocabulário vulgar regional de Minas Gerais, como a substituição de janta por jantar, melcatrefe por mequetrefe, cavalo doutrinado no lugar de cavalo ensinado, entre outras palavras e expressões. O romance compõe os livros que deram origem ao Regionalismo, na literatura brasileira. Sinopse disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Garimpeiro

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Bernardo Guimarães - O seminarista (Paes 2ª Etapa 2015)
Autoria: Bernardo Guimarães
Tamanho: 500 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O Seminarista narra o drama de Eugênio e Margarida que, na infância passada no sertão mineiro, estabelecem uma amizade que logo vira paixão. O pai de Eugênio, indiferente aos sentimentos do filho, obriga-o a ir para um seminário. Dilacerado entre o amor e a religiosidade, Eugênio segue para o mosteiro. (Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/o-seminarista-2051ed2729.html. Acesso: 25 abr. 2015)
 
Caminha, Pero Vaz de - A Carta do Descobrimento
Autoria: Pero Vaz de Caminha
Tamanho: 59 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A Carta de Pêro Vaz de Caminha é o documento no qual Pero Vaz de Caminha registrou as suas impressões sobre a terra que posteriormente viria a ser chamada de Brasil. É o primeiro documento escrito da história do Brasil. Costuma ser erroneamente considerado o marco inicial da obra poética escrita no país, porém, para ser obra literária, precisaria ter características irreais, já que a Carta é um não e documento histórico que descreve a realidade do país vista aos olhos de um escrivão. Sinopse disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_a_El-Rei_D._Manuel

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Camões - Os Lusíadas
Autoria: Camões e Luiz Vaz de
Tamanho: 3 MB
Formato: PDF
Sinopse:
Os Lusíadas é uma obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a epopeia portuguesa por excelência. Provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente. A obra é composta de dez cantos, 1102 estrofes e 8816 versos que são oitavas decassílabas, sujeitas ao esquema rímico fixo AB AB AB CC – oitava rima camoniana. A ação central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história de Portugal, glorificando o povo português. Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Lus%C3%ADadas
 
Canções do Exílio
Autoria: Gonçalves Dias e et. al.
Tamanho: 254 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A segunda etapa do Paes 2014 aponta para uma reflexão sobre os temas do exílio, nos vários diálogos encetados a partir da paradigmática "Canção do exílio", poema romântico de Gonçalves Dias. As comparações permitem evocar as significações que emergem dos lugares de afastamento, geográficos ou ideológicos, que representam as diásporas e os sujeitos em trânsito.
 
Cassiano Ricardo - Primeira Missa
Autoria: Cassiano Ricardo
Tamanho: 60 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Poema: Primeira Missa, de Cassiano Ricardo, inspirado na Tela de Victor Meirelles.

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Castro Alves - Canção do Africano
Autoria: Castro Alves
Tamanho: 15 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Em “Canção do africano”, a palavra dada ao negro o coloca na condição de agente. O escravo tem sentimentos, não é um mero objeto, mas, sim, um sujeito de sensibilidades. Arrancado de sua terra, como homem livre, vem às terras estrangeiras para se tornar escravo. Não há como amar esta “nação prisão”. O medo da mãe que já conhece o destino do filho faz com que ela o segure firme para, nesse abraço, sentir o máximo possível do calor de seu rebento. A canção do exílio do negro não é a das palmeiras nem dos sabiás. Sua canção é a saudade da liberdade. (MORAES, Márcio. A cor negra da canção dos anjos. Montes Claros: Márcio Adriano Silva Moraes, 2013, p. 37).
 
Castro Alves - Navio negreiro
Autoria: Castro Alves
Tamanho: 99 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Em “O navio negreiro”, as descrições dos martírios dos negros tomam relevo. O paradoxo das primeiras partes com as seguintes retrata como que, por trás das aparências, se esconde a verdadeira essência. Um país como o Brasil, cujo tráfico negreiro já havia sido proibido, continuava a se macular tais horrores. A escravidão foi uma mancha na história brasileira que ainda hoje é difícil de ser apagada. O racismo, enraizado desde esses tempos, continua vivo. E será preciso muitas lutas, muitas vozes, como a de Castro Alves, para erradicá-lo definitivamente da mentalidade humana. (MORAES, Márcio. A cor negra da canção dos anjos. Montes Claros: Márcio Adriano Silva Moraes, 2013, p. 37).
 
Clarice Lispector - Felicidade Clandestina
Autoria: Clarice Lispector
Tamanho: 402 KB
Formato: PDF
Sinopse:
'Felicidade clandestina' reúne 25 contos que falam de infância, adolescência e família, relatando também as angústias da alma. 'Felicidade Clandestina' é o nome do primeiro conto. É narrado na primeira pessoa, e mostra que o prazer da leitura é solitário e, quando difícil de ser conquistado, torna-se ainda maior. O conto narra a crueldade da filha do dono de uma livraria que se recusa a emprestar 'As Reinações de Narizinho', de Monteiro Lobato, até que a intervenção da mãe da menina permite à narradora deliciar-se, vagarosamente, com a posse do livro. A história, como outras do livro, acontece no Recife, onde a autora passou sua infância. A dificuldade de se relacionar está presente em todos os contos.(Sinopse disponível em: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/felicidade_clandestina_conto_clarice)
 
Cristóvão Tezza - O filho eterno
Autoria: Cristóvão Tezza
Tamanho: 680 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Num livro corajoso, Cristovão Tezza expõe as dificuldades, inúmeras, e as saborosas pequenas vitórias de criar um filho com síndrome de Down. O autor aproveita as questões que apareceram pelo caminho nestes 26 anos de Felipe para reordenar sua própria vida: a experimentação da vida em comunidade quando adolescente, a vida como ilegal na Alemanha para ganhar dinheiro, as dificuldades de escritor com trinta e poucos anos e alguns livros na gaveta, e a pretensa estabilidade com o cargo de professor em universidade pública. Com precisão literária para encadear de maneira clara referências de anos e situações tão díspares, Cristovão Tezza reforça, com a publicação de "O filho eterno", seu lugar entre os maiores escritores brasileiros. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/o-filho-eterno-18-ed-2015-1974964.html?pac_id=125162&gclid=CI77wcC4wtICFRAGkQodvTUKlA). E-book disponível em: http://lelivros.life/

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de Cristóvão Tezza e o site www.marcioadrianomoraes.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
Dias Gomes - O pagador de promessas
Autoria: Dias Gomes
Tamanho: 439 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O Pagador de Promessas é uma peça de teatro do dramaturgo brasileiro Dias Gomes. Encenada pela primeira vez em São Paulo pelo TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), no ano de 1960. A peça inspirou um filme homônimo, de 1962, que venceu o prêmio Palma de Ouro no Festival de Cannes. A peça é dividida em três atos, sendo que os dois primeiros ainda são subdivididos em dois quadros cada um. A história se passa na cidade de Salvador, já em processo de modernização. O personagem principal, o sertanejo Zé-do-Burro, deseja levar uma grande cruz até o interior da Igreja de Santa Bárbara para pagar uma promessa e, ao longo do trajeto, sofre com as mentiras, com a corrupção e com a ganância da sociedade. (Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Pagador_de_Promessas_(teatro)

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