Márcio Moraes
"no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia"
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José de Alencar - Encarnação
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 306 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Romance do duplo, este último romance "urbano" de José de Alencar é o delírio poético da recusa da morte e da perda, na figura de Hermano, viúvo há bastante tempo de Julieta, e que mantém por ela um amor inalterado e uma fidelidade absoluta; e na figura dúbia de Amália, que se casa com Hermano e se torna a cada dia, mais semelhante a Julieta, na tentativa de fazer o marido amá-la. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/2452-encarnacao. Acesso: 26 out. 2013.
 
José de Alencar - Iracema
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 404 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A virgem tabajara Iracema apaixonou-se por Martim, um colonizador português. Entre guerras e conflitos, ciúmes e disputa de poder, a história desse amor proibido tem como pano de fundo a cultura indígena, com seus deuses e mitos, a miscigenação do branco com o índio e o surgimento de um novo país numa terra fértil. Disponível: http://www.skoob.com.br/livro/354-iracema. Acesso: 31 mar. 2014
 
José de Alencar - Lucíola
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 460 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Lucíola é o quinto romance do escritor brasileiro José de Alencar, publicado em 1862. Com a publicação de Lucíola, em 1862, inicia Alencar a sua série de "Perfis de Mulher", romances em que estuda caracteres femininos, torturados por contradições e antagonismo psicológicos, fazem parte da série também: Diva (1864) e Senhora (1875).”

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de José de Alencar e o site www.marcioadrianomoraes.com).
 
José de Alencar - O demônio familiar (Paes 2ª Etapa 2015)
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 320 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A peça O Demônio Familiar expõe alguns dos termos em que se dava o debate em torno do tema da escravidão em meados do século XIX no Brasil. A par disso, mostra a exploração de recursos teatrais por um escritor especialista no assunto, e também a exploração de alguns clichês românticos. A peça nos transmite ainda um retrato da sociedade da época. (Comentário disponível em: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/o-demonio-familiar.html. Acesso: 25 abr. 2015)
 
José de Alencar - O Gaúcho
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 687 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O Gaúcho conta os acontecimentos imediatamente anteriores à Guerra dos Farrapos (1835) e à trajetória do coronel Bento Gonçalves. Em meio aos acontecimentos políticos, desenvolve-se a trama central: o envolvimento amoroso entre Catita e Manuel Canho, protagonista da história e exímio conhecedor dos pampas, capaz de entender e dominar a alma dos cavalos. História e ficção se misturam, fazendo deste um livro em que não faltam ação, aventura e romance - ingredientes na medida certa para agradar aos leitores. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/15454-o-gaucho. Acesso: 13 abr. 2014.
 
José de Alencar - O Guarani
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 1016 KB
Formato: PDF
Sinopse:
José de Alencar, um dos grandes patriarcas da literatura brasileira, pelo volume e mensagem de sua obra, deu à ficção produzida no século XIX, um tratamento monumental. Escritor romântico, enfocou os mais importantes aspectos da nossa realidade: o índio e o branco; a cidade e o campo; o sertão e o litoral. A presente obra, que lhe granjeou popularidade ao ser lançado em folhetim, era lido avidamente, até nas ruas, à luz dos lampiões. O romance conta a história de amor entre o índio Peri e a moça branca Ceci, tendo como cenário o Brasil do século XVII. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/1110-o_guarani. Acesso 31 mar. 2014.
 
José de Alencar - Senhora
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 564 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Aurélia Camargo, filha de uma pobre costureira e órfã de pai, apaixonou-se por Fernando Seixas – homem ambicioso - a quem namorou. Este, porém, desfez a relação, movido pela vontade de se casar com uma moça rica, Adelaide Amaral, e pelo dote ao qual teria direito de receber. Passado algum tempo, Aurélia, já órfã de mãe também, recebe uma grande herança do avô e ascende socialmente.Passa, pois, a ser figura de destaque nos eventos da sociedade da época. Dividida entre o amor e o orgulho ferido, ela encarrega seu tutor e tio, Lemos, de negociar seu casamento com Fernando por um dote de cem contos de réis. O acordo realizado inclui, como uma de suas cláusulas, o desconhecimento da identidade da noiva por parte do contratado até as vésperas do casamento. Ao descobrir que sua noiva é Aurélia, Fernando se sente um felizardo, pois, na verdade, nunca deixara de amá-la. E abre seu coração para ela. A jovem, porém, na noite de núpcias, deixa claro: "comprou-o" para representar o papel de marido que uma mulher na sua posição social deve ter. Dormiram em quartos separados. Aurélia não só não pretende entregar-se a ele, como aproveita as oportunidades que o cotidiano lhe oferece para criticá-lo com ironia. Durante meses, uma relação conjugal marcada pelas ofensas e o sarcasmo se desenvolve entre os dois. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/534-senhora. Acesso: 31 mar. 2014.
 
José de Alencar - Til
Autoria: José de Alencar
Tamanho: 646 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Segredos antigos, desencontros amorosos e renúncias estão presentes neste destacado romance regionalista, de 1872, em que Alencar documenta o cotidiano numa fazenda paulista do século XIX. Til é o apelido de Berta, a heroína capaz de imensos sacrifícios por um ideal. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/17790-til. Acesso: 13 abr. 2014.
 
José Simões Lopes Neto - Contos gauchescos (Paes 2ª Etapa 2015)
Autoria: José Simões Lopes Neto
Tamanho: 372 KB
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Sinopse:
Contos Gauchescos de J. Simões Lopes Neto; Prefácio (Nota Introdutória) de Augusto Meyer. -- Revivendo a vida agreste dos campos, o linguajar e costumes típicos do homem do Sul, este livro lhes dá vigor e sangue, numa dimensão que vai além do regionalismo, atingindo aquelas características de universalidade que só as grandes obras de arte manifestam. (Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/contos-gauchescos-3658ed89012.html. Acesso: 25 abr. 20150
 
Júlia Lopes de Almeida - A Falência
Autoria: Júlia Lopes de Almeida
Tamanho: 963 KB
Formato: PDF
Sinopse:
"A Falência", escrito por Júlia Lopes de Almeida, é considerado pela crítica um dos melhores romances da autora. Conta a história de uma mulher e suas duas filhas que têm que lutar para sobreviver após a morte do marido, que se suicidou após ir à falência. Um romance interessante e envolvente.

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de Júlia Lopes de Almeida e o site www.marcioadrianomoraes.com).
 
Lima Barreto - Clara dos Anjos
Autoria: Lima Barreto
Tamanho: 481 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Em Clara dos Anjos relata-se a estória de uma pobre mulata, filha de um carteiro de subúrbio, que apesar das cautelas excessivas da família, é iludida, seduzida e, como tantas outras, desprezada, enfim, por um rapaz de condição social menos humilde do que a sua. É uma estória onde se tenta pintar em cores ásperas o drama de tantas outras raparigas da mesma cor e do mesmo ambiente. O romancista procurou fazer de sua personagem uma figura apagada, de natureza "amorfa e pastosa", como se nela quisesse resumir a fatalidade que persegue tantas criaturas de sua casta: "A priori", diz, "estão condenadas, e tudo e todos parecem condenar os seus esforços e os dos seus para elevar a sua condição moral e social." É claro que os traços singulares, capazes de formar um verdadeiro "caráter" romanesco, dando-lhe relevo próprio e nitidez hão de esbater-se aqui para melhor se ajustarem à regra genérica. E Clara dos Anjos torna-se, assim, menos uma personagem do que um argumento vivo e um elemento para a denúncia. Referência da sinopse: Editora Ática.
 
Lima Barreto - Triste fim de Policarpo Quaresma
Autoria: Lima Barreto
Tamanho: 640 KB
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Sinopse:
Publicado inicialmente em folhetins no ano de 1911, “Triste fim de Policarpo Quaresma” é um romance do período do Pré-Modernismo brasileiro. Por meio da vida tragicômica do major Quaresma, um nacionalista fanático, ingênuo e idealista. A obra fala do abismo existente entre as pessoas idealistas e aquelas que se preocupam apenas com seus interesses e com sua vida comum. Com uma narrativa leve que em alguns pontos chega a ser cômica, mas sempre salpicada de pequenas críticas a vários aspectos da sociedade, Lima Barreto revela as estruturas sociais e políticas do Brasil da Primeira República, enfocando os fatos históricos do governo de Floriano Peixoto. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/triste-fim-de-policarpo-quaresma-4896968.html)
 
Machado de Assis - A aurora sem dia
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 79 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Naquele tempo contava Luís Tinoco vinte e um anos. Era um rapaz de estatura meã, olhos vivos, cabelos em desordem, língua inesgotável e paixões impetuosas. Exercia um modesto emprego no foro, donde tirava o parco sustento, e morava com o padrinho cujos meios de subsistência consistiam no ordenado da sua aposentadoria. Tinoco estimava o velho Anastácio e este tinha ao afilhado igual afeição. [...]
 
Machado de Assis - A Cartomante
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 40 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras. [...]
 
Machado de Assis - A causa secreta
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 41 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Garcia, em pé, mirava e estalava as unhas; Fortunato, na cadeira de balanço, olhava para o tecto; Maria Luísa, perto da janela, concluía um trabalho de agulha. Havia já cinco minutos que nenhum deles dizia nada. Tinham falado do dia, que estivera excelente, — de Catumbi, onde morava o casal Fortunato, e de uma casa de saúde, que adiante se explicará. Como os três personagens aqui presentes estão agora mortos e enterrados, tempo é de contar a história sem rebuço. [...]
 
Machado de Assis - A chinela turca
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 85 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O conto "A Chinela Turca" de Machado de Assis faz parte da coletânea Papéis Avulsos e conta o drama de Duarte na noite do baile que prometia ser o melhor de sua vida. Lá, ele encontraria a garota pela qual estava completamente apaixonado e, junto a isso, diversas outras aventuras acabam por acontecer. Como se todas as coisas tivessem que acontecer no dia que ele tinha um grande compromisso. Sinopse disponível em: http://www.mensagenscomamor.com/livros/livros_de_machado_de_assis.htm. Acesso: 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - A igreja do diabo
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 92 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Nesse conto, o Diabo funda uma Igreja e consegue obter adeptos e ouvintes todos os dias. Então, segundo as leis do Diabo, o mais importante na vida é promover prazeres de todos os tipos e não e preciso ter éticas nos negócios e nem tao popuco na política. Havendo condições para ganhar, mesmo que seja de forma desonesta, para a tal Igreja isso e que era válido. Também não seria preciso ajudar os outros ou então preocupar-se com os amigos e familiares. Que cada um cuide de si, diziam os padres da Igreja do Diabo. Com o andar do tempo, por mais apegados que os crentes estivessem no novo credo, as pessoas começaram a não acatar as tais leis. Às escondidas passaram esmolar aos mais pobres, e escutavam com certa atenção e cuidado os lamentos dos conhecidos e ofereciam os seus préstimos e amizade. [...] Realmente o que Machado de Assis nos revela, é que todas as pessoas têm duas facetas e posições. Podemos ser amorosos com alguns e zangados com outros; honestos em certas circunstancias e ludibriar em outros aspectos. Qualquer que seja a lei, portanto, jamais se poderá compreender essa disparidade do ser humano. A lei escolhe um lado da oposição como certo e o outro como sendo errado, e isto demostra que o nosso coração possui sempre dois aspectos antagonicos. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/226645-a_igreja_do_diabo. Acesso 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - A mão e a luva
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 216 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A Mão e a Luva é o segundo romance escrito por Machado de Assis, publicado em 1874, sua primeira experiência como folhetinista de jornal, seguindo o exemplo de seus amigos Manuel Antônio de Almeida e José de Alencar. Publicado em 20 folhetins, com o subtítulo "Um perfil de mulher", nos rodapés de O Globo, jornal dirigido por Quintino Bocaiúva, entre 26 de setembro e 3 de novembro (não diariamente). Conquanto se trate de uma "história de amor" — de uma mulher de personalidade forte, Guiomar, assediada por três pretendentes a marido — enquadrada na fase "romântica" do autor, em vez dos recursos clássicos do romantismo — enredos rocambolescos, plenos de coincidências, reviravoltas, surpresas, suspenses — Machado, como já ocorrera no romance de estreia, Ressurreição, prefere um texto contido, minimalista em termos de trama, de análise psicológica, mas com uma elegância estilística que continuaria aperfeiçoando até atingir seus píncaros na chamada "fase realista". A história transcorre em Botafogo, então um simples arrabalde (o que hoje chamaríamos de subúrbio) repleto de aprazíveis chácaras. Disponível em:

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original (você deve citar a autoria de Machado de Assis e o site www.marcioadrianomoraes.com).
 
Machado de Assis - A mulher de preto
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 157 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A primeira vez que o Dr. Estêvão Soares falou ao deputado Meneses foi no Teatro Lírico no tempo da memorável luta entre lagruístas e chartonistas. Um amigo comum os apresentou ao outro. No fim da noite separaram-se oferecendo cada um deles os seus serviços e trocando os respectivos cartões de vísita. Só dous meses depois encontraram-se outra vez.

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Machado de Assis - A mulher pálida
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 92 KB
Formato: PDF
Sinopse:
No conto “A mulher pálida”, de Machado de Assis, extraído do livro Contos selecionados, não datado, o personagem poeta Máximo é visto como uma mistura de poeta, estudante, louco e imitador: "... Ele era poeta; supunha-se grande poeta; em todo caso recitava bem, com certas inflexões langorosas, umas quedas da voz e uns olhos cheios de morte e de vida. Abotoou o paletó com uma intenção chateaubriânica, mas o paletó recusou a intenções estrangeiras e literárias. Era um paletó nacional, da rua do Hospício, n..." (Assis, s.d., p. 210). Logo de saída, o narrador induz o leitor à desconfiança e, portanto, à desconstrução do conto. Máximo quer ser poeta, mas o que dele se aproveita, e parcialmente, é o recital, já que tem na voz as “inflexões langorosas”. A ironia nos leva ao contexto da época. Informações extraídas do artigo de: SANTOS, Edilson dos. Entre a gravidade e o riso: Romantismo e ironia na crítica literária de Machado de Assis. Disponível em: http://www.ufsj.edu.br/portal2- repositorio/File/vertentes/v.%2019%20n.%202/ Edilson_Santos.pdf. Acesso: 26 out. 2013.
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