Márcio Moraes
"no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia"
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Machado de Assis - A mulher de preto
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 157 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A primeira vez que o Dr. Estêvão Soares falou ao deputado Meneses foi no Teatro Lírico no tempo da memorável luta entre lagruístas e chartonistas. Um amigo comum os apresentou ao outro. No fim da noite separaram-se oferecendo cada um deles os seus serviços e trocando os respectivos cartões de vísita. Só dous meses depois encontraram-se outra vez.

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Machado de Assis - A mulher pálida
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 92 KB
Formato: PDF
Sinopse:
No conto “A mulher pálida”, de Machado de Assis, extraído do livro Contos selecionados, não datado, o personagem poeta Máximo é visto como uma mistura de poeta, estudante, louco e imitador: "... Ele era poeta; supunha-se grande poeta; em todo caso recitava bem, com certas inflexões langorosas, umas quedas da voz e uns olhos cheios de morte e de vida. Abotoou o paletó com uma intenção chateaubriânica, mas o paletó recusou a intenções estrangeiras e literárias. Era um paletó nacional, da rua do Hospício, n..." (Assis, s.d., p. 210). Logo de saída, o narrador induz o leitor à desconfiança e, portanto, à desconstrução do conto. Máximo quer ser poeta, mas o que dele se aproveita, e parcialmente, é o recital, já que tem na voz as “inflexões langorosas”. A ironia nos leva ao contexto da época. Informações extraídas do artigo de: SANTOS, Edilson dos. Entre a gravidade e o riso: Romantismo e ironia na crítica literária de Machado de Assis. Disponível em: http://www.ufsj.edu.br/portal2- repositorio/File/vertentes/v.%2019%20n.%202/ Edilson_Santos.pdf. Acesso: 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - A Sereníssima República
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 93 KB
Formato: PDF
Sinopse:
É uma crítica ao processo eleitoral, feito como um discurso de um cônego que afirma ter achado uma espécie de aranha que fala e criado uma sociedade delas, uma república chamada Sereníssima República. Ele escolhe como sistema de eleição um baseado no da República de Veneza, onde retirava-se bolas de um saco com o nome dos eleitos. Este sistema vai sendo fraudado pelas aranhas, corrigindo-se, adaptando-se e variando-se diversas vezes e de diversos modos, eternamente corrupto. Sinopse disponível em: http://www.sosestudante.com/resumos-p/pacote-de-contos-machado-de-assis.html. Acesso 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - A vida eterna
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 108 KB
Formato: PDF
Sinopse:
O conto "A Vida Eterna", escrito por Machado de Assis, revela todo um lado shakespeariano do autor, sob o pseudônimo de Camilo da Anunciação. Publicado em 1870, no Jornal das Famílias, ultimamente está no volume Contos Avulsos. Conta a história de um pesadelo, na qual aparece um desconhecido chamado Tobias, formado em matemática, que conta para o narrador: "Desconfio que hei de morrer amanhã; não se espante; tenho certeza que amanhã vou para o outro mundo..." e segue narrando como será sua morte, toda a história em termos de pesadelo. Sinopse disponível em: http://www.mensagenscomamor.com/ livros/livros_de_machado_de_assis.htm. Acesso 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - Cantiga de Esponsais
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 66 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Imagine a leitora que está em 1813, na igreja do Carmo, ouvindo uma daquelas boas festas antigas, que eram todo o recreio público e toda a arte musical. Sabem o que é uma missa cantada; podem imaginar o que seria uma missa cantada daqueles anos remotos. Não lhe chamo a atenção para os padres e os sacristães, nem para o sermão, nem para os olhos das moças cariocas, que já eram bonitos nesse tempo, nem para as mantilhas das senhoras graves, os calções, as cabeleiras, as sanefas, as luzes, os incensos, nada. Não falo sequer da orquestra, que é excelente; limito-me a mostrar-lhes uma cabeça branca, a cabeça desse velho que rege a orquestra, com alma e devoção. [...]
 
Machado de Assis - Capítulo dos Chapéus
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 113 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Musa, canta o despeito de Mariana, esposa do bacharel Conrado Seabra, naquela manhã de abril de 1879. Qual a causa de tamanho alvoroço? Um simples chapéu, leve, não deselegante, um chapéu baixo. Conrado, advogado, com escritório na rua da Quitanda, trazia-o todos os dias à cidade, ia com ele às audiências; só não o levava às recepções, teatro lírico, enterros e visitas de cerimônia. No mais era constante, e isto desde cinco ou seis anos, que tantos eram os do casamento. Ora, naquela singular manhã de abril, acabado o almoço, Conrado começou a enrolar um cigarro, e Mariana anunciou sorrindo que ia pedir-lhe uma coisa. [...]
 
Machado de Assis - Conto Alexandrino
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 99 KB
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Sinopse:
— O quê, meu caro Stroibus! Não, impossível. Nunca jamais ninguém acreditará que o sangue de rato, dado a beber a um homem, possa fazer do homem um ratoneiro. — Em primeiro lugar, Pítias, tu omites uma condição: — é que o rato deve expirar debaixo do escalpelo, para que o sangue traga o seu princípio. Essa condição é essencial. Em segundo lugar, uma vez que me apontas o exemplo do rato, fica sabendo que já fiz com ele uma experiência, e cheguei a produzir um ladrão... — Ladrão autêntico? [...]
 
Machado de Assis - Conto de Escola
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 38 KB
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Sinopse:
A Escola era na Rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã. Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana, que não era então esse parque atual, construção de gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito, alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão. [...]
 
Machado de Assis - Dom Casmurro
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 548 KB
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Sinopse:
Machado de Assis é um dos mais importantes escritores da literatura brasileiras. Dom Casmurro é uma de suas obras-primas. O livro apresenta o relato de Bentinho, homem ensimesmado, que se crê traído pela mulher, Capitu, e pelo seu melhor amigo, Escobar.
 
Machado de Assis - Dona Paula
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 31 KB
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Sinopse:
Não era possível chegar mais a ponto. D. Paula entrou na sala exatamente quando a sobrinha enxugava os olhos cansados de chorar. Compreende-se o assombro da tia. Entender-se-á também o da sobrinha, em se sabendo que D. Paula vive no alto da Tijuca, donde raras vezes desce; a última foi pelo Natal passado, e estamos em maio de 1882. Desceu ontem, à tarde, e foi para casa da irmã, Rua do Lavradio. Hoje, tão depressa almoçou, vestiu-se e correu a visitar a sobrinha. A primeira escrava que a viu, quis ir avisar a senhora, mas D. Paula ordenou-lhe que não, e foi pé ante pé, muito devagar, para impedir o rumor das saias, abriu a porta da sala de visitas, e entrou. [...]
 
Machado de Assis - Esaú e Jacó
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 709 KB
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Sinopse:
Esaú e Jacó - O título é extraído da Bíblia, remetendo-nos ao Gênesis, é à história de Rebeca, que privilegia o filho Jacó, em detrimento do outro filho, Esaú, fazendo-os inimigos irreconciliáveis. A inimizade dos gêmeos Pedro e Paulo, do romance de Machado, não tem causa explícita, daí a denominação de romance "AB OVO" (desde o ovo). É o romance da ambigüidade, narrado em 3ª pessoa, pelo Conselheiro Aires. Pedro e Paulo seriam "os dois lados da verdade". À medida que vão crescendo, os irmãos começam a definir seus temperamentos diversos: são rivais em tudo. [...] Já adultos, a causa principal de suas divergências passa a ser de ordem política - Paulo é republicano e Pedro, monarquista. Estamos em plena época da Proclamação da República, quando decorre a ação do romance. Até em seus amores, os gêmeos são competitivos. Flora, a moça de quem ambos gostam, se entretém com um e outro, sem se decidir por nenhum dos dois: é retraída, modesta, e seu temperamento avesso a festas e alegrias levou o Conselheiro Aires a dizer que ela era "inexplicável". (Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/esau-e-jaco-696ed915.html. Acesso: 25 abr. 2015)
 
Machado de Assis - Ex Cathedra
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 55 KB
Formato: PDF
Sinopse:
— Padrinho, vossemecê assim fica cego. — O quê? — Vossemecê fica cego; lê que é um desespero. Não, senhor, dê cá o livro. Caetaninha tirou-lhe o livro das mãos. O padrinho deu uma volta, e foi meter-se no gabinete, onde lhe não faltavam livros; fechou-se por dentro e continuou a ler. Era o seu mal; lia com excesso, lia de manhã, de tarde e de noite, ao almoço e ao jantar, antes de dormir, depois do banho, lia andando, lia parado, lia em casa e na chácara, lia antes de ler e depois de ler, lia toda a casta de livros, mas especialmente direito (em que era graduado), matemáticas e filosofia; ultimamente dava-se também às ciências naturais. [...]
 
Machado de Assis - Frei Simão
Autoria: Machado de Assis
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Sinopse:
Frei Simão era um frade da ordem dos Beneditinos. Tinha, quando morreu, cinqüenta anos em aparência, mas na realidade trinta e oito. A causa desta velhice prematura derivava da que o levou ao claustro na idade de trinta anos, e, tanto quanto se pode saber por uns fragmentos de memórias que ele deixou, a causa era justa. [...]
 
Machado de Assis - Marcha Fúnebre
Autoria: Machado de Assis
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Formato: PDF
Sinopse:
O DEPUTADO Cordovil não podia pregar olho uma noite de agosto de 186... Viera cedo do Cassino Fluminense, depois da retirada do Imperador, e durante o baile não tivera o mínimo incômodo moral nem físico. Ao contrário, a noite foi excelente, tão excelente que um inimigo seu, que padecia do coração, faleceu antes das dez horas, e a notícia chegou ao Cassino pouco depois das onze. [...]
 
Machado de Assis - Maria Cora
Autoria: Machado de Assis
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Sinopse:
UMA NOITE, voltando para casa, trazia tanto sono que não dei corda ao relógio. Pode ser também que a vista de uma senhora que encontrei em casa do comendador T... contribuísse para aquele esquecimento; mas estas duas razões destróem-se. Cogitação tira o sono e o sono impede a cogitação; só uma das causas devia ser verdadeira. Ponhamos que nenhuma, e fiquemos no principal, que é o relógio parado, de manhã, quando me levantei, ouvindo dez horas no relógio da casa. [...]
 
Machado de Assis - Mariana
Autoria: Machado de Assis
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Sinopse:
"QUE SERÁ FEITO de Mariana?" perguntou Evaristo a si mesmo, no largo da Carioca, ao despedir-se de um velho amigo, que lhe fez lembrar aquela velha amiga. Era em 1890. Evaristo voltara da Europa, dias antes, após dezoito anos de ausência. Tinha saído do Rio de Janeiro em 1872, e contava demorar-se até 1874 ou 1875, depois de ver algumas cidades célebres ou curiosas, mas o viajante põe e Paris dispõe. Uma vez entrando naquele mundo em 1873, Evaristo deixou-se ir ficando, além do prazo determinado; adiou a viagem um ano, outro ano, e afinal não pensou mais na volta. Desinteressara-se das nossas cousas; ultimamente nem lia os jornais daqui; era um estudante pobre da Bahia, que os ia buscar emprestados, e lhe referia depois uma ou outra notícia de vulto. Senão quando, em novembro de 1889, entra-lhe em casa um reporter parisiense, que lhe fala de revolução no Rio de Janeiro, pede informações políticas, sociais, biográficas. Evaristo refletiu. [...]
 
Machado de Assis - Memórias Póstumas de Brás Cubas
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 587 KB
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Sinopse:
É após a morte que Brás Cubas decide narrar suas memórias. Nesta condição, nada pode suavizar seu ponto de vista irônico e mordaz sobre uma sociedade em que as instituições se baseiam na hipocrisia. O casamento, o adultério, os comportamentos individuais e sociais não escapam à sua visão aguda e implacável, nesta obra fundamental de Machado de Assis. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/797-memorias-postumas-de-bras-cubas. Acesso: 18 abr. 2014.
 
Machado de Assis - Miss Dollar
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 66 KB
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Sinopse:
Era conveniente ao romance que o leitor ficasse muito tempo sem saber quem era Miss Dollar. Mas por outro lado, sem a apresentação de Miss Dollar, seria o autor obrigado a longas digressões, que encheriam o papel sem adiantar a ação. Não há hesitação possível: vou apresentar-lhes Miss Dollar. Se o leitor é rapaz e dado ao gênio melancólico, imagina que Miss Dollar é uma inglesa pálida e delgada, escassa de carnes e de sangue, abrindo à flor do rosto dous grandes olhos azuis e sacudindo ao vento umas longas tranças louras. A moça em questão deve ser vaporosa e ideal como uma criação de Shakespeare; deve ser o contraste do roastbeef britânico, com que se alimenta a liberdade do Reino Unido. Uma tal Miss Dollar deve ter o poeta Tennyson de cor e ler Lamartine no original; se souber o português deve deliciar-se com a leitura dos sonetos de Camões ou os Cantos de Gonçalves Dias. O chá e o leite devem ser a alimentação de semelhante criatura, adicionando-se-lhe alguns confeitos e biscoutos para acudir às urgências do estômago. A sua fala deve ser um murmúrio de harpa eólia; o seu amor um desmaio, a sua vida uma contemplação, a sua morte um suspiro. [...]
 
Machado de Assis - Missa do Galo
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 53 KB
Formato: PDF
Sinopse:
NUNCA PUDE entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite. A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. [...]
 
Machado de Assis - Noite de Almirante
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 51 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Deolindo Venta-Grande (era uma alcunha de bordo) saiu do arsenal de marinha e enfiou pela rua de Bragança. Batiam três horas da tarde. Era a fina flor dos marujos e, de mais, levava um grande ar de felicidade nos olhos. A corveta dele voltou de uma longa viagem de instrução, e Deolindo veio à terra tão depressa alcançou licença. Os companheiros disseram-lhe, rindo: — Ah! Venta-Grande! Que noite de almirante vai você passar! ceia, viola e os braços de Genoveva. Colozinho de Genoveva... [...]
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Ler-se(r) R$25,00 O verbo mulher R$20,00 A palavra drama na cor(a)som do infante R$20,00
Rosarium R$10,00 Trovaecia R$20,00 assim alado R$20,00
Enlace R$10,00 Via Crucis R$20,00 Genuíno R$20,00
A palavra-vida de um corpo quedo: uma leitura... R$15,00 Ceifando vidas e semeando letras R$15,00 Passaportes: viagens guiadas por Lygia Fagund... R$15,00
O humano insano e as palavras do infante em G... R$15,00 A cor do subúrbio em Clara dos Anjos R$15,00 A cor negra da canção dos anjos R$15,00
Estudo Sólido de Literatura R$15,00 Gêneros Textuais: no cotidiano, no vestibular R$25,00 Crepúsculo de arame R$25,00
Vende-se amor R$25,00 Apenas rascunhos R$35,00 29º Salão Nacional de Poesia Psiu Poético R$10,00
Os 50 melhores Sonetos do 7º Festival de Sone... R$10,00 5º Prêmio Literário de Poesia Portal Amigos d... R$10,00 XVII Prêmio PMMG de Poesia 2015 R$10,00
Antologia Jubileu de Ouro da Unimontes: prosa... R$10,00 Antologia Psiu Poético 2010: cinepoesia R$10,00 Antologia do 21º Psiu Poético: montesclarosci... R$10,00
Antologia do 23º Psiu Poético: a invenção dos... R$10,00 Poetas de uma só Língua R$10,00 A Deusa das Letras: Centenário de Nascimento ... R$10,00
Psiu Poético + 25: 26º Salão Nacional de Poes... R$10,00 Psiu Poético 25: 01 Quarto de Século do Salão... R$10,00 De todas as cores: 24º Salão Nacional de Poes... R$10,00
Poetas En/Cena 5: uma reunião de poemas de po... R$10,00 Poetas En/Cena 4: uma reunião de poemas de po... R$10,00 Poetas En/Cena 3: Reunião de poemas de poetas... R$10,00
Poetas de todos os cantos II R$10,00 Poetas de todos os cantos I R$10,00