Márcio Moraes
"no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia"
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Machado de Assis - O Enfermeiro
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 41 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Parece-lhe então que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição única de que não há de divulgar nada antes da minha morte. Não esperará muito, pode ser que oito dias, se não for menos; estou desenganado. [...]
 
Machado de Assis - O Espelho
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 96 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias questões de alta transcendência, sem que a disparidade dos votos trouxesse a menor alteração aos espíritos. A casa ficava no morro de Santa Teresa, a sala era pequena, alumiada a velas, cuja luz fundia-se misteriosamente com o luar que vinha de fora. Entre a cidade, com as suas agitações e aventuras, e o céu, em que as estrelas pestanejavam, através de uma atmosfera límpida e sossegada, estavam os nossos quatro ou cinco investigadores de coisas metafísicas, resolvendo amigavelmente os mais árduos problemas do universo. [...]
 
Machado de Assis - O País das Quimeras
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 111 KB
Formato: PDF
Sinopse:
"O país das quimeras" é, possivelmente, um dos mais antigos contos de Machado. Em 1866 o conto reaparece como "Uma excursão milagrosa". A urdidura é idêntica nas duas versões. Um poeta divagador, Tito, após sofrer uma decepção amorosa, executa estranha viagem ao "país das quimeras". Esta "viagem" ocorre em estado ambíguo de consciência do poeta, entre o sono e a vigília. A viagem é a realização "concreta" das "viagens" (devaneios) dos poetas e demais pessoas que se distraem da realidade com quimeras (reflexões e imaginações vazias). Percebe-se, porém, um sentido filosófico quando se verifica ser o "país das quimeras" o lugar onde se fabricam as quimeras do mundo social real. Ou seja, onde as ocupações dos homens são desmascaradas enquanto arbitrárias, precárias e formais. Tais quimeras têm por função possibilitar que os indivíduos se distraíam do seu nada original. (MAIA NETO, José Raimundo. O ceticismo na obra de Machado de Assis. São Paulo: Annablume, 2007, p. 83.)
 
Machado de Assis - O Segredo do Bonzo
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 92 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Atrás deixei narrado o que se passou nesta cidade Fuchéu, capital do reino de Bungo, com o padre-mestre Francisco, e de como el-rei se houve com o Fucarandono e outros bonzos, que tiveram por acertado disputar ao padre as primazias da nossa santa religião. Agora direi de uma doutrina não menos curiosa que saudável ao espírito, e digna de ser divulgada a todas as repúblicas da cristandade. [...]
 
Machado de Assis - Pai Contra Mãe
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 77 KB
Formato: PDF
Sinopse:
A ESCRAVIDÃO levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha-deflandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dous para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber. perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dous pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras. [...]
 
Machado de Assis - Sem olhos
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 69 KB
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Sinopse:
O conto publicado originalmente no Jornal das Famílias em 1876. Em “Sem olhos”, conto de Machado de Assis, contudo, o que encontramos é uma figura de um fantasma que suscita menos temor que pena, já que, antes de sua aparição, entramos em contato com toda a história de injustiça e covardia que levou Lucinda à morte – mutilada pelo marido, movido por ciúmes. Texto extraído de: GONÇALVES, Aline Pereira. Sem olhos nem nariz: um estudo sobre contos de Machado de Assis e N. Gogol. Disponível em: http://www.ufjf.br/darandina/files/2010/01/Aline-Pereira-Gon%C3%A7alves.pdf. Acesso: 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - Teoria do Medalhão
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 95 KB
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Sinopse:
- Estás com sono? - Não, senhor. - Nem eu; conversemos um pouco. Abre a janela. Que horas são? - Onze. - Saiu o último conviva do nosso modesto jantar. Com que, meu peralta, chegaste aos teus vinte e um anos. Há vinte e um anos, no dia 5 de agosto de 1854, vinhas tu à luz, um pirralho de nada, e estás homem, longos bigodes, alguns namoros... - Papai... [...]
 
Machado de Assis - Um cão de lata ao rabo
Autoria: Machado de Assis
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Sinopse:
Era uma vez um mestre-escola, residente em Chapéu d’ — Meus rapazes disse ele. Chegou a ocasião de brilhar e mostrar que podem fazer alguma coisa. Abro o concurso e dou quinze dias aos concorrentes. No fim dos quinze dias, quero ter em minha mão os trabalhos de todos; escolherei um júri para os examinar, comparar e premiar. — Mas o assunto? perguntaram os rapazes batendo palmas de alegria. — Podia dar-lhes um assunto histórico; mas seria fácil, e eu quero experimentar a aptidão de cada um. Dou-lhes um assunto simples, aparentemente vulgar, mas profundamente filosófico. [...]
 
Machado de Assis - Um esqueleto
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 113 KB
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Sinopse:
Um esqueleto, de Machado de Assis, tem como tema central o drama de ciúmes, complicado com outros elementos macabros. Este conto foi baseado em fato real, e o tal esqueleto seria o de uma cantora lírica francesa, a bela Eugênia Mege, que ao chegar ao Brasil se apaixonara por um médico de grande clínica da antiga capital do Império, o Dr. Antônio José Peixoto. Assassinada pelo marido ciumento, seu corpo fora depois roubado da sepultura pelo amante, que lhe armara o esqueleto e o colocara, numa vitrine, em seu consultório, como um caçador ardente que colecionasse os seus troféus. O louco que protagoniza a narrativa é insano, desenrolando-se a trama entre peripécias medonhas que devem ter feito correr um calafrio pelas alvas e castas espinhas das leitoras do "Jornal das Famílias", onde foi publicado inicialmente. O epílogo é, entretanto, abrandado pelo mesmo artifício das outras narrativas: o nefasto personagem Dr. Belém, um doente mental, seria realmente um louco. Se tivesse existido... “Mas o Dr. Belém não existiu nunca", pondera Machado, "eu quis apenas fazer apetite para o chá...”. E o autor reduz a narrativa, aterradora até então, aos “cestos de costuras”. Em Um esqueleto, a situação é macabra até os últimos parágrafos, narrada com "marcas de veracidade"; no entanto, é desfeita no final, e a história não passa de um embuste. Sinopse disponível em: http://www.passeiweb.com/ estudos/livros/um_esqueleto_conto_machado Acesso: 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - Um Homem Célebre
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 41 KB
Formato: PDF
Sinopse:
— AH! o senhor é que é o Pestana? perguntou Sinhazinha Mota, fazendo um largo gesto admirativo. E logo depois, corrigindo a familiaridade: — Desculpe meu modo, mas. .. é mesmo o senhor? Vexado, aborrecido, Pestana respondeu que sim, que era ele. Vinha do piano, enxugando a testa com o lenço, e ia a chegar à janela, quando a moça o fez parar. Não era baile; apenas um sarau íntimo, pouca gente, vinte pessoas ao todo, que tinham ido jantar com a viúva Camargo, Rua do Areal, naquele dia dos anos dela, cinco de novembro de 1875... Boa e patusca viúva! Amava o riso e a folga, apesar dos sessenta anos em que entrava, e foi a última vez que folgou e riu, pois faleceu nos primeiros dias de 1876. Boa e patusca viúva! Com que alma e diligência arranjou ali umas danças, logo depois do jantar, pedindo ao Pestana que tocasse uma quadrilha! Nem foi preciso acabar o pedido; Pestana curvou-se gentilmente, e correu ao piano. Finda a quadrilha, mal teriam descansado uns dez minutos, a viúva correu novamente ao Pestana para um obséquio mui particular. [...]
 
Machado de Assis - Um sonho e outro sonho
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 104 KB
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Sinopse:
Genoveva, 24 anos, bonita, rica, viúva há três anos de um casamento que durara três anos. Recusara todos os pretendentes até então. É quando aparece o bacharel Oliveira para cortejá-la. Ela tem então um primeiro sonho onde o marido a faz jurar que não amará a outro homem. Genoveva reconhece que estava preste a amar Oliveira e decide lutar contra o entimento nascente. Contudo, não consegue resistir por muito tempo e quando Oliveira lhe pede em casamento, ela aceita, apesar do juramento feito no sonho. Tem então um segundo sonho, onde o marido lhe cobra o cumprimento do juramento, profetizando que ela morrerá se casar com outro homem. Texto extraído de: SILVA, Teresinha V. Zimbrão. Machado de Assis: crês em sonhos? In. Signo. Santa Cruz do Sul, v. 35 n. 58, p. 74-87, jan.-jun., 2010. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/view/1191/984. Acesso 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - Uma excursão milagrosa
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 124 KB
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Sinopse:
"Uma excursão milagrosa" só apresenta duas diferenças significativas em relação a "O país das quimeras". Estas diferenças são, entretanto, suficientes para justificar a mudança do nome do conto além de valorizá-lo sensivelmente. A primeira consiste em duas páginas introdutórias que especificam o sentido da viagem percorrida pelo protagonista, em contraponto ao de outras viagens literárias. Este procedimento antecipa a autoconsciência do potencial epistemológico próprio a este tipo de "viagem", autoconsciência esta que é desenvolvida nas "Memórias póstumas". Depois da menção a viagens que envolvem deslocamento geográfico, o autor cita algumas "viagens sedentárias" como a de Tito. (MAIA NETO, José Raimundo. O ceticismo na obra de Machado de Assis. São Paulo: Annablume, 2007, p. 85.)
 
Machado de Assis - Uma noite
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 107 KB
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Sinopse:
— VOCÊ SABE que não tenho pai nem mãe — começou a dizer o tenente Isidoro ao alferes Martinho. Já lhe disse também que estudei na Escola Central. O que não sabe é que não foi o simples patriotismo que me trouxe ao Paraguai; também não foi ambição militar. Que sou patriota, e me baterei agora, ainda que a guerra dure dez anos, é verdade, é o que me agüenta e me agüentará até o fim. Lá postos de coronel nem general não são comigo. Mas, se não foi imediatamente nenhum desses motivos, foi outro; foi, foi outro, uma alucinação. Minha irmã quis dissuadir-me, meu cunhado também; o mais que alcançaram foi que não viesse soldado raso, pedi um posto de tenente, quiseram dar-me o de capitão, mas fiquei em tenente. Para consolar a família, disse que, se mostrasse jeito para a guerra, subiria a major ou coronel; se não, voltaria tenente, como dantes. [...]
 
Machado de Assis - Uma Senhora
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 58 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Nunca encontro esta senhora que me não lembre a profecia de uma lagartixa ao poeta Heine, subindo os Apeninos: "Dia virá em que as pedras serão plantas, as plantas animais, os animais homens e os homens deuses." E dá-me vontade de dizer-lhe: — A senhora, D. Camila, amou tanto a mocidade e a beleza, que atrasou o seu relógio, a fim de ver se podia fixar esses dois minutos de cristal. Não se desconsole, D. Camila. No dia da lagartixa, a senhora será Hebe, deusa da juventude; a senhora nos dará a beber o néctar da perenidade com as suas mãos eternamente moças. [...]
 
Machado de Assis - Uns Braços
Autoria: Machado de Assis
Tamanho: 96 KB
Formato: PDF
Sinopse:
INÁCIO ESTREMECEU, ouvindo os gritos do solicitador, recebeu o prato que este lhe apresentava e tratou de comer, debaixo de uma trovoada de nomes, malandro, cabeça de vento, estúpido, maluco. — Onde anda que nunca ouve o que lhe digo? Hei de contar tudo a seu pai, para que lhe sacuda a preguiça do corpo com uma boa vara de marmelo, ou um pau; sim, ainda pode apanhar, não pense que não. Estúpido! maluco! — Olhe que lá fora é isto mesmo que você vê aqui, continuou, voltando-se para D. Severina, senhora que vivia com ele maritalmente, há anos. Confunde-me os papéis todos, erra as casas, vai a um escrivão em vez de ir a outro, troca os advogados: é o diabo! É o tal sono pesado e contínuo. De manhã é o que se vê; primeiro que acorde é preciso quebrar-lhe os ossos.. . Deixe; amanhã hei de acordá-lo a pau de vassoura! [...]
 
Machado de Assis - Verba Testamentária
Autoria: Machado de Assis
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Sinopse:
"...Item, é minha última vontade que o caixão em que o meu corpo houver de ser enterrado, seja fabricado em casa de Joaquim Soares, à rua da Alfândega. Desejo que ele tenha conhecimento desta disposição, que também será pública. Joaquim Soares não me conhece; mas é digno da distinção, por ser dos nossos melhores artistas, e um dos homens mais honrados da nossa terra..." [...]
 
Manoel Antônio de Almeida - Memórias de um sargento de milícias
Autoria: Manuel Antônio de Almeida
Tamanho: 573 KB
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Sinopse:
Memórias de um Sargento de Milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida, que foi publicada em 1854. Relata a história de um pícaro com muita espontaneidade, com uma sátira contundente que costura o espírito cômico às aventuras de inúmeros personagens — nobres e burgueses, políticos e funcionários, padres e leigos, — todos eles representantes desse Brasil com questões já próprias. Sinopse disponível em: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4896929. Acesso: 31 mar. 2014.
 
Marcelo Rubens Paiva - Feliz ano velho
Autoria: Marcelo Rubens Paiva
Tamanho: 858 KB
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Sinopse:
Publicado originalmente em 1982, este livro é um relato do acidente que deixou Marcelo Ruben Paiva tetraplégico, poucos dias antes do Natal de 1979. Jovem paulista de classe média alta, vida boa, muitas namoradas, ele vê sua vida se transformar num pesadelo em questão de segundos. Durante um passeio com um grupo de amigos, Marcelo resolve dar um mergulho no lago. Meio metro de profundidade. Uma vértebra quebrada. O corpo não responde. Começa ali, naquele mergulho, a história de ‘Feliz Ano Velho’. Apesar do tema trágico, ‘Feliz Ano Velho’ tem momentos de humor, ternura e erotismo. Marcelo se encarrega de colocar em palavras a relação de amor e respeito à mãe, o carinho das irmãs, a camaradagem e o encorajamento da turma, as festas e fantasias sexuais. Sinopse disponível em: http://lelivros.red/book/download-feliz-ano-velho-marcelo-rubens-paiva-em-epub-mobi-e-pdf/

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Márcio Moraes - Rosarium
Autoria: Márcio Adriano Moraes
Ano: 2016
Tamanho: 4 MB
Formato: PDF
Sinopse:
Este livro, Rosarium, é a reprodução genuína da segunda parte de Via Crucis, que faço publicar em edição única. Seguem os sonetos que trazem uma leitura poética dos mistérios da vida de Jesus. Com os poemas, espero transmitir a santa fé católica de forma lírica e também, aos moldes dos sacerdotes quinhentistas, de forma pedagógica. Os poemas foram ilustrados com pinturas de artistas do século XV ao XIX, principalmente das escolas Renascentista e Barroca. Todos os títulos foram grafados em latim, a língua do Rito Romano da Igreja Católica. Como afirmou João Paulo II, o Rosário é o âmago da oração cristológica, “concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. (...) Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor” (João Paulo II, “Rosarium Virginis Mariae”). Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

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Mário de Andrade - Macunaíma: herói de nossa gente
Autoria: Mário de Andrade
Tamanho: 522 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Um dos livros mais originais do Brasil. Escrito em 1928, Macunaíma é um índio negro que se torna branco. Símbolo da mestiçagem brasileira e de um povo em busca de sua identidade. Uma mistura de lendas folclóricas com escrita moderna, marcada por influências vanguardistas, a obra de Mário de Andrade é um exemplo da arte antropofágica, pensada pelo Manifesto de Oswald de Andrade.

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Rosarium R$10,00 Trovaecia R$20,00 assim alado R$20,00
Enlace R$10,00 Via Crucis R$20,00 Genuíno R$20,00
A palavra-vida de um corpo quedo: uma leitura... R$15,00 Ceifando vidas e semeando letras R$15,00 Passaportes: viagens guiadas por Lygia Fagund... R$15,00
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Poetas En/Cena 5: uma reunião de poemas de po... R$10,00 Poetas En/Cena 4: uma reunião de poemas de po... R$10,00 Poetas En/Cena 3: Reunião de poemas de poetas... R$10,00
Poetas de todos os cantos II R$10,00 Poetas de todos os cantos I R$10,00