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Márcio Moraes
no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia
E-books
Machado de Assis - Um Homem Célebre
Autoria:
Machado de Assis
Tamanho:
41 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
— AH! o senhor é que é o Pestana? perguntou Sinhazinha Mota, fazendo um largo gesto admirativo. E logo depois, corrigindo a familiaridade: — Desculpe meu modo, mas. .. é mesmo o senhor? Vexado, aborrecido, Pestana respondeu que sim, que era ele. Vinha do piano, enxugando a testa com o lenço, e ia a chegar à janela, quando a moça o fez parar. Não era baile; apenas um sarau íntimo, pouca gente, vinte pessoas ao todo, que tinham ido jantar com a viúva Camargo, Rua do Areal, naquele dia dos anos dela, cinco de novembro de 1875... Boa e patusca viúva! Amava o riso e a folga, apesar dos sessenta anos em que entrava, e foi a última vez que folgou e riu, pois faleceu nos primeiros dias de 1876. Boa e patusca viúva! Com que alma e diligência arranjou ali umas danças, logo depois do jantar, pedindo ao Pestana que tocasse uma quadrilha! Nem foi preciso acabar o pedido; Pestana curvou-se gentilmente, e correu ao piano. Finda a quadrilha, mal teriam descansado uns dez minutos, a viúva correu novamente ao Pestana para um obséquio mui particular. [...]
 
Machado de Assis - Um sonho e outro sonho
Autoria:
Machado de Assis
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104 KB
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PDF
Sinopse:
Genoveva, 24 anos, bonita, rica, viúva há três anos de um casamento que durara três anos. Recusara todos os pretendentes até então. É quando aparece o bacharel Oliveira para cortejá-la. Ela tem então um primeiro sonho onde o marido a faz jurar que não amará a outro homem. Genoveva reconhece que estava preste a amar Oliveira e decide lutar contra o entimento nascente. Contudo, não consegue resistir por muito tempo e quando Oliveira lhe pede em casamento, ela aceita, apesar do juramento feito no sonho. Tem então um segundo sonho, onde o marido lhe cobra o cumprimento do juramento, profetizando que ela morrerá se casar com outro homem. Texto extraído de: SILVA, Teresinha V. Zimbrão. Machado de Assis: crês em sonhos? In. Signo. Santa Cruz do Sul, v. 35 n. 58, p. 74-87, jan.-jun., 2010. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/view/1191/984. Acesso 26 out. 2013.
 
Machado de Assis - Uma excursão milagrosa
Autoria:
Machado de Assis
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124 KB
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PDF
Sinopse:
"Uma excursão milagrosa" só apresenta duas diferenças significativas em relação a "O país das quimeras". Estas diferenças são, entretanto, suficientes para justificar a mudança do nome do conto além de valorizá-lo sensivelmente. A primeira consiste em duas páginas introdutórias que especificam o sentido da viagem percorrida pelo protagonista, em contraponto ao de outras viagens literárias. Este procedimento antecipa a autoconsciência do potencial epistemológico próprio a este tipo de "viagem", autoconsciência esta que é desenvolvida nas "Memórias póstumas". Depois da menção a viagens que envolvem deslocamento geográfico, o autor cita algumas "viagens sedentárias" como a de Tito. (MAIA NETO, José Raimundo. O ceticismo na obra de Machado de Assis. São Paulo: Annablume, 2007, p. 85.)
 
Machado de Assis - Uma noite
Autoria:
Machado de Assis
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107 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
— VOCÊ SABE que não tenho pai nem mãe — começou a dizer o tenente Isidoro ao alferes Martinho. Já lhe disse também que estudei na Escola Central. O que não sabe é que não foi o simples patriotismo que me trouxe ao Paraguai; também não foi ambição militar. Que sou patriota, e me baterei agora, ainda que a guerra dure dez anos, é verdade, é o que me agüenta e me agüentará até o fim. Lá postos de coronel nem general não são comigo. Mas, se não foi imediatamente nenhum desses motivos, foi outro; foi, foi outro, uma alucinação. Minha irmã quis dissuadir-me, meu cunhado também; o mais que alcançaram foi que não viesse soldado raso, pedi um posto de tenente, quiseram dar-me o de capitão, mas fiquei em tenente. Para consolar a família, disse que, se mostrasse jeito para a guerra, subiria a major ou coronel; se não, voltaria tenente, como dantes. [...]
 
Machado de Assis - Uma Senhora
Autoria:
Machado de Assis
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58 KB
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PDF
Sinopse:
Nunca encontro esta senhora que me não lembre a profecia de uma lagartixa ao poeta Heine, subindo os Apeninos: "Dia virá em que as pedras serão plantas, as plantas animais, os animais homens e os homens deuses." E dá-me vontade de dizer-lhe: — A senhora, D. Camila, amou tanto a mocidade e a beleza, que atrasou o seu relógio, a fim de ver se podia fixar esses dois minutos de cristal. Não se desconsole, D. Camila. No dia da lagartixa, a senhora será Hebe, deusa da juventude; a senhora nos dará a beber o néctar da perenidade com as suas mãos eternamente moças. [...]
 
Machado de Assis - Uns Braços
Autoria:
Machado de Assis
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96 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
INÁCIO ESTREMECEU, ouvindo os gritos do solicitador, recebeu o prato que este lhe apresentava e tratou de comer, debaixo de uma trovoada de nomes, malandro, cabeça de vento, estúpido, maluco. — Onde anda que nunca ouve o que lhe digo? Hei de contar tudo a seu pai, para que lhe sacuda a preguiça do corpo com uma boa vara de marmelo, ou um pau; sim, ainda pode apanhar, não pense que não. Estúpido! maluco! — Olhe que lá fora é isto mesmo que você vê aqui, continuou, voltando-se para D. Severina, senhora que vivia com ele maritalmente, há anos. Confunde-me os papéis todos, erra as casas, vai a um escrivão em vez de ir a outro, troca os advogados: é o diabo! É o tal sono pesado e contínuo. De manhã é o que se vê; primeiro que acorde é preciso quebrar-lhe os ossos.. . Deixe; amanhã hei de acordá-lo a pau de vassoura! [...]
 
Machado de Assis - Verba Testamentária
Autoria:
Machado de Assis
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98 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
"...Item, é minha última vontade que o caixão em que o meu corpo houver de ser enterrado, seja fabricado em casa de Joaquim Soares, à rua da Alfândega. Desejo que ele tenha conhecimento desta disposição, que também será pública. Joaquim Soares não me conhece; mas é digno da distinção, por ser dos nossos melhores artistas, e um dos homens mais honrados da nossa terra..." [...]
 
Manoel Antônio de Almeida - Memórias de um sargento de milícias
Autoria:
Manuel Antônio de Almeida
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Sinopse:
Memórias de um Sargento de Milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida, que foi publicada em 1854. Relata a história de um pícaro com muita espontaneidade, com uma sátira contundente que costura o espírito cômico às aventuras de inúmeros personagens — nobres e burgueses, políticos e funcionários, padres e leigos, — todos eles representantes desse Brasil com questões já próprias. Sinopse disponível em: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4896929. Acesso: 31 mar. 2014.
 
Marcelino Freire - Contos negreiros
Autoria:
Marcelino Freire
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297 KB
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Sinopse:
Na obra Contos Negreiros, Marcelino Freire aborda temas delicados e polêmicos como racismo, turismo sexual, tráfico de órgãos e homossexualismo. A paisagem urbana é o cenário principal de seus cantos (contos). Algumas paisagens de importantes centros urbanos, como Recife e São Paulo, como as zonas de prostituição, morros, favelas e pontos turísticos, tornam-se palcos para a exposição de uma realidade complexa e miserável, vivida por prostitutas, “bichas”, negros, índios, além de abrigar traficantes de órgãos e de drogas, e turistas sexuais. Marcelino Freire apresenta 16 narrativas (contos e crônicas) que procuram aproximar-se de uma linguagem coloquial, memorial e, às vezes, musical, baseada nas influências deixadas pela oralidade das ladainhas e canções nordestinas. (Disponível em: https://www.algosobre.com.br/resumos-literarios/contos-negreiros.html)
 
Marcelo Rubens Paiva - Feliz ano velho
Autoria:
Marcelo Rubens Paiva
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858 KB
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Sinopse:
Publicado originalmente em 1982, este livro é um relato do acidente que deixou Marcelo Ruben Paiva tetraplégico, poucos dias antes do Natal de 1979. Jovem paulista de classe média alta, vida boa, muitas namoradas, ele vê sua vida se transformar num pesadelo em questão de segundos. Durante um passeio com um grupo de amigos, Marcelo resolve dar um mergulho no lago. Meio metro de profundidade. Uma vértebra quebrada. O corpo não responde. Começa ali, naquele mergulho, a história de ‘Feliz Ano Velho’. Apesar do tema trágico, ‘Feliz Ano Velho’ tem momentos de humor, ternura e erotismo. Marcelo se encarrega de colocar em palavras a relação de amor e respeito à mãe, o carinho das irmãs, a camaradagem e o encorajamento da turma, as festas e fantasias sexuais. Sinopse disponível em: http://lelivros.red/book/download-feliz-ano-velho-marcelo-rubens-paiva-em-epub-mobi-e-pdf/
 
Márcio Moraes - Enlace: Micaele e Márcio
Autoria:
Márcio Adriano Moraes
Ano:
2012
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PDF
Sinopse:
Uma história de amor cantada em versos. Uma verdadeira epopeia amorosa entre amados: Micaele e Márcio. Um livro que conta de forma poética os antecedentes, o namoro, o noivado e o nosso enlace. Um livro escrito pelo amado à amada...
 
Márcio Moraes - Rosarium
Autoria:
Márcio Adriano Moraes
Ano:
2016
Tamanho:
4 MB
Formato:
PDF
Sinopse:
Este livro, Rosarium, é a reprodução genuína da segunda parte de Via Crucis, que faço publicar em edição única. Seguem os sonetos que trazem uma leitura poética dos mistérios da vida de Jesus. Com os poemas, espero transmitir a santa fé católica de forma lírica e também, aos moldes dos sacerdotes quinhentistas, de forma pedagógica. Os poemas foram ilustrados com pinturas de artistas do século XV ao XIX, principalmente das escolas Renascentista e Barroca. Todos os títulos foram grafados em latim, a língua do Rito Romano da Igreja Católica. Como afirmou João Paulo II, o Rosário é o âmago da oração cristológica, “concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. (...) Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor” (João Paulo II, “Rosarium Virginis Mariae”). Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!
 
Mário de Andrade - Macunaíma: herói de nossa gente
Autoria:
Mário de Andrade
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522 KB
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PDF
Sinopse:
Um dos livros mais originais do Brasil. Escrito em 1928, Macunaíma é um índio negro que se torna branco. Símbolo da mestiçagem brasileira e de um povo em busca de sua identidade. Uma mistura de lendas folclóricas com escrita moderna, marcada por influências vanguardistas, a obra de Mário de Andrade é um exemplo da arte antropofágica, pensada pelo Manifesto de Oswald de Andrade.
 
Martins Pena - Os irmãos das almas
Autoria:
Martins Pena
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58 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Um das comédias mais popular de Martins Pena, Os Irmãos das Almas mostra a história de uma família em que a mulher e a sogra mandam no marido. A história ainda tem elementos de superstição que vão ajudar o marido a se impor dentro de casa. (Disponível: https://www.teatronaescola.com/index.php/banco-de-pecas/item/os-irmaos-das-almas-martins-pena. Acesso: 27 maio 2020)
 
Mia Couto - Terra Sonâmbula
Autoria:
Mia Couto
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592 KB
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PDF
Sinopse:
Um ônibus incendiado em uma estrada poeirenta serve de abrigo ao velho Tuahir e ao menino Muidinga, em fuga da guerra civil devastadora que grassa por toda parte em Moçambique. Como se sabe, depois de dez anos de guerra anticolonial (1965- 1975), o país do sudeste africano viu-se às voltas com um longo e sangrento conflito interno que se estendeu de 1976 a 1992. O veículo está cheio de corpos carbonizados. Mas há também um outro corpo à beira da estrada, junto a uma mala que abriga os “cadernos de Kindzu”, o longo diário do morto em questão. A partir daí, duas histórias são narradas paralelamente: a viagem de Tuahir e Muidinga e, em flashback,o percurso de Kindzu em busca dos naparamas, guerreiros tradicionais, abençoados pelos feiticeiros, que são, aos olhos do garoto, a única esperança contra os senhores da guerra. 'Terra Sonâmbula' – considerado por júri especial da Feira do Livro de Zimbabwe um dos doze melhores livros africanos do século XX e agora reeditado no Brasil pela Companhia das Letras – é um romance em abismo, escrito numa prosa poética que remete a Guimarães Rosa. Couto se vale também de recursos do realismo mágico e da arte narrativa tradicional africana para compor esta bela fábula. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/terra-sonambula-1969915.html?pac_id=135884&gclid=CN3lvIO2wtICFcqAkQodZ4kMOA). E-book disponível em: http://www.casadasafricas.org.br/wp/wp-content/uploads/2011/09/Livro-Terra-sonambula.pdf
 
Mil poemas para Gonçalves Dias
Autoria:
Márcio Adriano Moraes e Dilercy Aragão Adler (Org.); Leopoldo Gil Dulcio Vaz (Org.)
Ano:
2013
Tamanho:
4 MB
Formato:
PDF
Sinopse:
A Antologia Mil poemas para Gonçalves Dias reúne poesias em homenagem ao ilustre maranhense de poetas do Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Equador, Peru, Venezuela, Uruguai, Portugal, Monçambique, México, Canadá, Panamá/USA, Espanha, França, Bélgica, Áustria e Japão.
 
Millôr Fernandes e Flávio Rangel - Liberdade Liberdade
Autoria:
Millôr Fernandes e Flávio Rangel
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383 KB
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PDF
Sinopse:
Liberdade, liberdade é um musical escrito por Millôr Fernandes e Flávio Rangel, em 1965, e que estreou no palco no mesmo ano. É um marco da história teatral do Brasil por ter sido o texto de maior sucesso do chamado teatro de protesto, conjunto de peças, na maior parte, musicais, que criticavam a repressão imposta pelo golpe militar de 1964.
 
Monteiro Lobato - Negrinha
Autoria:
Monteiro Lobato
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38 KB
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PDF
Sinopse:
Uma mulatinha órfã sofre nas mãos de uma senhora. Castigos e humilhações. Até o dia em que segura em suas mãos, pela primeira vez, uma boneca. Depois disso, Negrinha nunca mais foi a mesma. Conto de Monteiro Lobato publicado em 1920.
 
Monteiro Lobato - Reinações de Narizinho
Autoria:
Monteiro Lobato
Tamanho:
4 MB
Formato:
PDF
Sinopse:
'Reinações de Narizinho' reúne histórias escritas por Monteiro Lobato em 1920. O livro narra as aventuras que acontecem no Sítio do Picapau Amarelo e apresenta Emília, Tia Nastácia, Dona Benta e sua neta Lúcia. Lúcia, mais conhecida como Narizinho, é quem deve transportar o leitor a viagens pelo mundo da fantasia. Tudo começa com uma inesperada visita da neta de Dona Benta ao Reino das Águas Claras e com a chegada de seu primo, Pedrinho, ao Sítio do Picapau Amarelo para mais uma temporada de férias. Depois do passeio pelo Reino das Águas Claras, as reinações de Narizinho ficam ainda melhores. As crianças se divertem fazendo o Visconde com um sabugo de milho e planejando o casamento de Emília com o leitão Rabicó. Emília, Narizinho e Pedrinho recebem a visita de personagens como Cinderela, Branca de Neve e Pequeno Polegar. Também chega ao Sítio o Peninha, garoto invisível que trouxe no bolso algo que mudou a rotina dos netos de Dona Benta, o incrível pó de pirlimpimpim. Com esse pó mágico a turma do Sítio viaja para o Mundo das Maravilhas. Lá eles podem conhecer os fabulistas Esopo e La Fontaine e resgatar o Burro Falante, que vai morar no Sítio. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/infantil/literatura/reinacoes-de-narizinho-29944065)
 
Monteiro Lobato - Urupês
Autoria:
Monteiro Lobato
Tamanho:
281 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Lançado em 1918, este livro apresenta pela primeira vez um dos personagens mais marcantes da literatura lobatiana: o caipira Jeca Tatu, um “sombrio urupê de pau podre a modorrar silencioso no recesso das grotas”. Com ele, Lobato antecipa uma postura ecológica ao defender o meio ambiente, explorando temas como a queimada e o desmatamento no Vale do Paraíba, alertando, com o conto “Velhas Pragas”, sobre as causas do empobrecimento do solo. Urupês é uma coletânea de contos e crônicas, considerada obra-prima de Monteiro Lobato. Inaugura na literatura brasileira um regionalismo crítico e mais realista do que o praticado anteriormente, durante o romantismo. A crônica que dá título ao livro traz uma visão depreciativa do caboclo brasileiro, chamado pelo autor de "fazedor de desertos", estereótipo contrário à visão romântica dos autores modernistas. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/ebooks/literatura-internacional/urupes-2011627348).
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