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Márcio Moraes
no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia
E-books
Joaquim Manuel de Macedo - A luneta mágica
Autoria:
Joaquim Manuel de Macedo
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594 KB
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PDF
Sinopse:
A luneta mágica é um clássico da literatura brasileira. Escrita em 1869, é uma das obras pouco conhecidas de Joaquim Manuel de Macedo, famoso por seu romance A moreninha. Neste livro, o protagonista Simplício é um jovem rapaz com problemas de visão e, por isso, dependente de sua família. Criado pela tia Domingas, Simplício tem como companhia apenas seu irmão mais velho, Américo, e sua prima, Anica. Certo dia, ele encontra um misterioso homem que lhe promete a cura para sua cegueira: uma luneta mágica! Com este poderoso artefato, Simplício irá enxergar muito além das aparências; ele poderá observar a verdadeira essência das pessoas: o lado bom e ruim de cada uma delas. Nessa aventura, nosso herói terá de lidar com duas forças antagônicas (o bem e o mal) para chegar à visão do bom senso. Mistério, magia, disputa de poder e muitas emoções neste clássico da literatura, agora em quadrinhos. Sinopse disponível em: http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2645736/a-luneta-magica. Acesso: 26 out. 2013.
 
Joaquim Manuel de Macedo - A Moreninha
Autoria:
Joaquim Manuel de Macedo
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Formato:
PDF
Sinopse:
Como se manter fiel ao juramento de amor feito no passado, diante de uma nova e ardorosa paixão? É o que se pergunta Augusto ao conhecer Carolina, a Moreninha. Esta divertida história de amor retrata com perspicácia a sociedade do Rio de Janeiro do Segundo Reinado. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/529-a-moreninha. Acesso: 13 abr. 2014.
 
Jorge Amado - A morte e a morte de Quinca Berro d'Água
Autoria:
Jorge Amado
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PDF
Sinopse:
Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares, vulgo Quincas Berro D'água, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/a-morte-e-a-morte-de-quincas-berro-dagua-2230229.html?pac_id=125162&gclid=COS8383y2dICFVAHkQodk6oHsw). E-book disponível em: http://www.professorjailton.com.br/home/biblioteca/Jorge-Amado-A-Morte-e-A-Morte-de-Quincas-Berro-D%C2%B4%C3%81gua.pdf
 
Jorge Amado - Capitães da areia
Autoria:
Jorge Amado
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PDF
Sinopse:
Esta obra narra a história da vida urbana de meninos pobres e infratores que moram num trapiche abandonado no areal do cais de Salvador, vivendo à margem das convenções sociais. O livro vai revelando os personagens, cada um deles com suas carências e suas ambições - do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. (Sinopse disponível em: http://www.livrariacultura.com.br/p/capitaes-da-areia-livro-de-bolso-2707125)
 
Jorge Amado - Tenda dos milagres
Autoria:
Jorge Amado
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1 MB
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PDF
Sinopse:
Na Tenda dos Milagres, na ladeira do Tabuão, em Salvador, onde o amigo Lídio Corró mantém uma modesta tipografia e pinta quadros de milagres de santos, o mulato Pedro Archanjo atua como uma espécie de intelectual orgânico do povo afro-descendente da Bahia. [...] A história é contada retrospectivamente, em dois tempos. Em 1968, a passagem por Salvador de um célebre etnólogo americano admirador de Archanjo desencadeia um revival de sua vida e obra. Para a comemoração do centenário de nascimento do herói redescoberto, arma-se todo um circo midiático. Contrapondo-se a essa apropriação política da imagem de Archanjo, sua trajetória é narrada paralelamente como foi preservada na memória do povo: os amores, as polêmicas com os luminares da universidade, os confrontos com a polícia. Ao contar a história desse herói complexo, também conhecido como "Ojuobá, os olhos de Xangô", Jorge Amado traça um painel da cultura negra baiana e de sua resistência contra a repressão violenta a que foi submetida nas primeiras décadas do século XX, resgatando e exaltando manifestações como o candomblé, a capoeira, os afoxés e o samba de roda. (Sinopse em: http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12589). E-book disponível em:https://www.terra.com.br/diversao/infograficos/jorge-amado-centenario/pdf/tenda-dos-milagres.pdf
 
Jorge Andrade - A moratória
Autoria:
Jorge Andrade
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Sinopse:
O texto teatral A Moratória, de Jorge Andrade, dividido em três atos, aborda a ruína de uma família proprietária de cafezais no interior do estado de São Paulo, em decorrência da crise financeira e da produção cafeeira, por volta dos anos de trânsito da década de 1920 para a 1930. Escrita em 1954, encenada pela primeira vez no ano seguinte, a peça emerge como um dos “fantasmas” da infância do autor. (Rosa Maria Godoy Silveira)
 
José de Alencar - Encarnação
Autoria:
José de Alencar
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PDF
Sinopse:
Romance do duplo, este último romance "urbano" de José de Alencar é o delírio poético da recusa da morte e da perda, na figura de Hermano, viúvo há bastante tempo de Julieta, e que mantém por ela um amor inalterado e uma fidelidade absoluta; e na figura dúbia de Amália, que se casa com Hermano e se torna a cada dia, mais semelhante a Julieta, na tentativa de fazer o marido amá-la. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/2452-encarnacao. Acesso: 26 out. 2013.
 
José de Alencar - Iracema
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
A virgem tabajara Iracema apaixonou-se por Martim, um colonizador português. Entre guerras e conflitos, ciúmes e disputa de poder, a história desse amor proibido tem como pano de fundo a cultura indígena, com seus deuses e mitos, a miscigenação do branco com o índio e o surgimento de um novo país numa terra fértil. Disponível: http://www.skoob.com.br/livro/354-iracema. Acesso: 31 mar. 2014
 
José de Alencar - Lucíola
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
Lucíola é o quinto romance do escritor brasileiro José de Alencar, publicado em 1862. Com a publicação de Lucíola, em 1862, inicia Alencar a sua série de "Perfis de Mulher", romances em que estuda caracteres femininos, torturados por contradições e antagonismo psicológicos, fazem parte da série também: Diva (1864) e Senhora (1875).”
 
José de Alencar - O demônio familiar
Autoria:
José de Alencar
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PDF
Sinopse:
A peça O Demônio Familiar expõe alguns dos termos em que se dava o debate em torno do tema da escravidão em meados do século XIX no Brasil. A par disso, mostra a exploração de recursos teatrais por um escritor especialista no assunto, e também a exploração de alguns clichês românticos. A peça nos transmite ainda um retrato da sociedade da época. (Comentário disponível em: http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros/o-demonio-familiar.html. Acesso: 25 abr. 2015)
 
José de Alencar - O Gaúcho
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
O Gaúcho conta os acontecimentos imediatamente anteriores à Guerra dos Farrapos (1835) e à trajetória do coronel Bento Gonçalves. Em meio aos acontecimentos políticos, desenvolve-se a trama central: o envolvimento amoroso entre Catita e Manuel Canho, protagonista da história e exímio conhecedor dos pampas, capaz de entender e dominar a alma dos cavalos. História e ficção se misturam, fazendo deste um livro em que não faltam ação, aventura e romance - ingredientes na medida certa para agradar aos leitores. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/15454-o-gaucho. Acesso: 13 abr. 2014.
 
José de Alencar - O Guarani
Autoria:
José de Alencar
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PDF
Sinopse:
José de Alencar, um dos grandes patriarcas da literatura brasileira, pelo volume e mensagem de sua obra, deu à ficção produzida no século XIX, um tratamento monumental. Escritor romântico, enfocou os mais importantes aspectos da nossa realidade: o índio e o branco; a cidade e o campo; o sertão e o litoral. A presente obra, que lhe granjeou popularidade ao ser lançado em folhetim, era lido avidamente, até nas ruas, à luz dos lampiões. O romance conta a história de amor entre o índio Peri e a moça branca Ceci, tendo como cenário o Brasil do século XVII. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/1110-o_guarani. Acesso 31 mar. 2014.
 
José de Alencar - Senhora
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
Aurélia Camargo, filha de uma pobre costureira e órfã de pai, apaixonou-se por Fernando Seixas – homem ambicioso - a quem namorou. Este, porém, desfez a relação, movido pela vontade de se casar com uma moça rica, Adelaide Amaral, e pelo dote ao qual teria direito de receber. Passado algum tempo, Aurélia, já órfã de mãe também, recebe uma grande herança do avô e ascende socialmente.Passa, pois, a ser figura de destaque nos eventos da sociedade da época. Dividida entre o amor e o orgulho ferido, ela encarrega seu tutor e tio, Lemos, de negociar seu casamento com Fernando por um dote de cem contos de réis. O acordo realizado inclui, como uma de suas cláusulas, o desconhecimento da identidade da noiva por parte do contratado até as vésperas do casamento. Ao descobrir que sua noiva é Aurélia, Fernando se sente um felizardo, pois, na verdade, nunca deixara de amá-la. E abre seu coração para ela. A jovem, porém, na noite de núpcias, deixa claro: "comprou-o" para representar o papel de marido que uma mulher na sua posição social deve ter. Dormiram em quartos separados. Aurélia não só não pretende entregar-se a ele, como aproveita as oportunidades que o cotidiano lhe oferece para criticá-lo com ironia. Durante meses, uma relação conjugal marcada pelas ofensas e o sarcasmo se desenvolve entre os dois. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/534-senhora. Acesso: 31 mar. 2014.
 
José de Alencar - Til
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
Segredos antigos, desencontros amorosos e renúncias estão presentes neste destacado romance regionalista, de 1872, em que Alencar documenta o cotidiano numa fazenda paulista do século XIX. Til é o apelido de Berta, a heroína capaz de imensos sacrifícios por um ideal. Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/livro/17790-til. Acesso: 13 abr. 2014.
 
José de Alencar - Ubirajara
Autoria:
José de Alencar
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Sinopse:
Produzido em 1874, Ubirajara é parte fundamental do conjunto de obras indianistas de José de Alencar, o maior prosador romântico do Brasil, que produziu, também, romances urbanos (de costumes), regionalistas e históricos. O romance revela do ponto de vista de José de Alencar, o caráter da nação indígena, um relato dos costumes e da própria índole do selvagem - o bom selvagem - oposto àquilo que informam os textos de missionários jesuítas e viajantes aventureiros. Trata-se de uma releitura do homem nativo. O próprio romancista afirma, na "Advertência" que abre o romance: “Este livro é irmão de Iracema. Chamei-lhe lenda como ao outro. Nenhum título responde melhor pela propriedade, como pela modéstia, às tradições da pátria indígena. Quem por desfastio percorrer estas páginas, se não tiver estudado com alma brasileira o berço de nossa nacionalidade, há de estranhar em outras coisas a magnanimidade que ressumbra no drama selvagem a formar-lhe o vigoroso relevo. Como admitir que bárbaros quais nos pintaram os indígenas brutos e canibais, antes feras que homens, fossem suscetíveis desses brios nativos que realçam a dignidade do rei da criação? [...]” (Texto disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Ubirajara_(livro))
 
José de Anchieta - Auto de São Lourenço
Autoria:
José de Anchieta
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Sinopse:
O Auto de São Lourenço é uma obra dividida em cinco atos.No primeiro apresenta-se o martírio de São Lourenço ao morrer queimado.No segundo ato, São Lourenço, São Sebastião e o Anjo da Guarda impedem que Guaixará (rei dos diabos) e seus servos Aimbirê e Saraiva destruam uma aldeia indígena com o vício e o pecado.No terceiro ato os dois servos do demônio torturam Décio e Valeriano, responsáveis pela morte de São Lourenço. No quarto ato, o temor de Deus e o Amor de Deus mandam sua mensagem de que os índios (público-alvo de José de Anchieta) devem amar e temer a Deus que por eles tudo sacrificou. O quinto é um jogral de doze crianças na procissão de São Lourenço. Assim como os outros autos de José de Anchieta, este auto também tem como objetivo a catequese dos índios e usa elementos indígenas (foi escrito em tupi e espanhol principalmente) para torná-los católicos. (Sinopse disponível em: http://resumos.netsaber.com.br/resumo-84834/o-auto-de-sao-lourenco)
 
José Simões Lopes Neto - Contos gauchescos
Autoria:
José Simões Lopes Neto
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Sinopse:
Contos Gauchescos de J. Simões Lopes Neto; Prefácio (Nota Introdutória) de Augusto Meyer. -- Revivendo a vida agreste dos campos, o linguajar e costumes típicos do homem do Sul, este livro lhes dá vigor e sangue, numa dimensão que vai além do regionalismo, atingindo aquelas características de universalidade que só as grandes obras de arte manifestam. (Sinopse disponível em: http://www.skoob.com.br/contos-gauchescos-3658ed89012.html. Acesso: 25 abr. 20150
 
Júlia Lopes de Almeida - A Falência
Autoria:
Júlia Lopes de Almeida
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Sinopse:
"A Falência", escrito por Júlia Lopes de Almeida, é considerado pela crítica um dos melhores romances da autora. Conta a história de uma mulher e suas duas filhas que têm que lutar para sobreviver após a morte do marido, que se suicidou após ir à falência. Um romance interessante e envolvente.
 
Júlio Dinis - As pupilas do Senhor Reitor
Autoria:
Júlio Dinis
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Sinopse:
As Pupilas do Senhor Reitor, um romance de Júlio Dinis publicado em 1866, conta a história do regresso de um jovem inconsciente à vila onde nascera. Uma vez aí chegado, apaixona-se pela noiva do irmão, o que desencadeia uma série de peripécias. As aventuras amorosas de Daniel chocam com a vida de duas órfãs, Clara e Margarida, entregues aos cuidados do reitor da aldeia. Em suma, As Pupilas do Senhor Reitor traduz a vida rural portuguesa da época. Um livro escrito com a simplicidade de estilo e o realismo de representação, que caracterizam a obra de Júlio Dinis, e recheado de situações imprevistas e de grande intensidade dramática. (Sinopse disponível em: https://www.portoeditora.pt/produtos/ficha/as-pupilas-do-senhor-reitor/9616417).
 
Liev Tolstói - Anna Karenina
Autoria:
Liev Tolstói
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Sinopse:
Liev Tolstói - Anna Karenina “Toda a diversidade, todo o encanto, toda a beleza da vida é feita de sombra e de luz”, escreve Liev Tolstói no romance que Fiódor Dostoiévski definiu como “impecável”. Publicado originalmente em forma de fascículos entre 1875 e 1877, antes de finalmente ganhar corpo de livro em 1877, Anna Kariênina continua a causar espanto. Como pode uma obra de arte se parecer tanto com a vida? Com absoluta maestria, Tolstói conduz o leitor por um salão repleto de música, perfumes, vestidos de renda, num ambiente de imagens vívidas e quase palpáveis que têm como pano de fundo a Rússia czarista. Nessa galeria de personagens excessivamente humanos, ninguém está inteiramente a salvo de julgamento: não há heróis, tampouco fracassados, e sim pessoas complexas, ambíguas, que não se restringem a fórmulas prontas. Religião, família, política e classe social são postas à prova no trágico percurso traçado por uma aristocrata casada que, ao se envolver em um caso extraconjugal, experimenta as virtudes e as agruras de um amor profundamente conflituoso, “feito de sombra e de luz”. (Sinopse disponível em: https://www.saraiva.com.br/anna-karienina-9711026.html. Acesso: 8 mar. 2019).
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