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Márcio Moraes
no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia
E-books
 
Castro Alves - Canção do Africano
Autoria:
Castro Alves
Tamanho:
15 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Em “Canção do africano”, a palavra dada ao negro o coloca na condição de agente. O escravo tem sentimentos, não é um mero objeto, mas, sim, um sujeito de sensibilidades. Arrancado de sua terra, como homem livre, vem às terras estrangeiras para se tornar escravo. Não há como amar esta “nação prisão”. O medo da mãe que já conhece o destino do filho faz com que ela o segure firme para, nesse abraço, sentir o máximo possível do calor de seu rebento. A canção do exílio do negro não é a das palmeiras nem dos sabiás. Sua canção é a saudade da liberdade. (MORAES, Márcio. A cor negra da canção dos anjos. Montes Claros: Márcio Adriano Silva Moraes, 2013, p. 37).
 
Castro Alves - Navio negreiro
Autoria:
Castro Alves
Tamanho:
99 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Em “O navio negreiro”, as descrições dos martírios dos negros tomam relevo. O paradoxo das primeiras partes com as seguintes retrata como que, por trás das aparências, se esconde a verdadeira essência. Um país como o Brasil, cujo tráfico negreiro já havia sido proibido, continuava a se macular tais horrores. A escravidão foi uma mancha na história brasileira que ainda hoje é difícil de ser apagada. O racismo, enraizado desde esses tempos, continua vivo. E será preciso muitas lutas, muitas vozes, como a de Castro Alves, para erradicá-lo definitivamente da mentalidade humana. (MORAES, Márcio. A cor negra da canção dos anjos. Montes Claros: Márcio Adriano Silva Moraes, 2013, p. 37).
 
Cecília Meireles - Romanceiro da Inconfidência
Autoria:
Cecília Meireles
Ano:
1995
Tamanho:
443 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Romanceiro da Inconfidência é uma coletânea de poemas da escritora brasileira Cecília Meireles, publicada em 1953, que conta a História de Minas dos inícios da colonização no século XVII até a Inconfidência Mineira, revolta ocorrida em fins do século XVIII na então Capitania de Minas Gerais.Em 85 "romances", mais quatro "cenários" e outros de prólogo e êxodo, Cecília evoca primeiro a escravidão dos africanos na região central do planalto em episódios da exploração do ouro e dos diamantes no século 18; logo o centro da coletânea é dedicado ao destino dos heróis da chamada "Inconfidência Mineira" – Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Tomás Antônio Gonzaga, sua noiva e amada Marília de Dirceu bem como de outras figuras históricas implicadas no acontecimento, como D. Maria I a louca, na altura Rainha de Portugal. (Sinopse Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Romanceiro_da_Inconfid%C3%AAncia)
 
Clarice Lispector - A hora da estrela
Autoria:
Clarice Lispector
Ano:
1995
Tamanho:
449 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
A Hora da Estrela é um romance literário da escritora brasileira Clarice Lispector. O romance narra a história da datilógrafa alagoana, Macabéa, que migra para o Rio de Janeiro, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M. É talvez o seu romance mais famoso, por trazer uma narrativa diferenciada da que costuma apresentar em suas obras, muitas vezes considerada hermética e intimista ao extremo. A Hora da Estrela ainda traz consigo as questões filosóficas e existenciais que dão o tom característico da autora no romance. Foi adaptada para o cinema com o mesmo título por Suzana Amaral em 1985. (Sinopse disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Hora_da_Estrela)
 
Clarice Lispector - Felicidade Clandestina
Autoria:
Clarice Lispector
Tamanho:
402 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
'Felicidade clandestina' reúne 25 contos que falam de infância, adolescência e família, relatando também as angústias da alma. 'Felicidade Clandestina' é o nome do primeiro conto. É narrado na primeira pessoa, e mostra que o prazer da leitura é solitário e, quando difícil de ser conquistado, torna-se ainda maior. O conto narra a crueldade da filha do dono de uma livraria que se recusa a emprestar 'As Reinações de Narizinho', de Monteiro Lobato, até que a intervenção da mãe da menina permite à narradora deliciar-se, vagarosamente, com a posse do livro. A história, como outras do livro, acontece no Recife, onde a autora passou sua infância. A dificuldade de se relacionar está presente em todos os contos.(Sinopse disponível em: http://www.passeiweb.com/estudos/livros/felicidade_clandestina_conto_clarice)
 
Cláudio Manuel da Costa - Poemas escolhidos
Autoria:
Cláudio Manuel da Costa
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288 KB
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PDF
Sinopse:
Em Poemas escolhidos, estão reunidos os principais traços da obra de Cláudio Manuel da Costa: o rigor estético e métrico, a exaltação da natureza e da simplicidade, as reflexões morais e a dualidade entre campo e cidade. Transitando entre o preciosismo barroco, o lirismo arcádico e a melancolia romântica, o poeta inconfidente é um dos mais importantes da literatura brasileira. (Disponível: https://www.saraiva.com.br/poemas-escolhidos-col-saraiva-de-bolso-7586491/p. Acesso: 27 maio 2020)
 
Dias Gomes - O pagador de promessas
Autoria:
Dias Gomes
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439 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
O Pagador de Promessas é uma peça de teatro do dramaturgo brasileiro Dias Gomes. Encenada pela primeira vez em São Paulo pelo TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), no ano de 1960. A peça inspirou um filme homônimo, de 1962, que venceu o prêmio Palma de Ouro no Festival de Cannes. A peça é dividida em três atos, sendo que os dois primeiros ainda são subdivididos em dois quadros cada um. A história se passa na cidade de Salvador, já em processo de modernização. O personagem principal, o sertanejo Zé-do-Burro, deseja levar uma grande cruz até o interior da Igreja de Santa Bárbara para pagar uma promessa e, ao longo do trajeto, sofre com as mentiras, com a corrupção e com a ganância da sociedade. (Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Pagador_de_Promessas_(teatro)
 
Eça de Queirós - A cidade e as serras
Autoria:
Eça de Queirós
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1022 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
Paris, França, segunda metade do século XIX. Na cidade mais cobiçada da época, o progresso tecnológico e as novidades da parafernália moderna seduzem a elite burguesa. Com Jacinto Galião, não é diferente. Rico, gordo e amante da vida urbana, o protagonista desta história não economiza elogios – muito menos dinheiro! – ao desfrutar dos luxos e ócios promovidos pelo entusiasmo futurista. Logo, porém, o leitor vai descobrir que todo esse burburinho de futilidades começa a cansá-lo. E ninguém melhor que José Fernandes, narrador-personagem, para contar em detalhes como e por que Jacinto troca a agitação urbana pela vida simples do campo, instalando-se na bucólica cidade de Tormes, encravada numa região serrana, no interior de Portugal. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/a-cidade-e-as-serras-4059758.html?pac_id=125162&gclid=CIz8nKOiw9ICFQWBkQod_v8GZA)
 
Eça de Queirós - O crime do Padre Amaro
Autoria:
Eça de Queirós
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3 MB
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PDF
Sinopse:
Publicado em 1875, 'O crime do padre Amaro' gerou polêmica, escândalo e revolta, sobretudo nos meios eclesiásticos e na alta sociedade. Tratava-se da primeira obra de ficção do jovem Eça de Queiroz (1845-1900). A razão do escândalo - no romance, o recém-ordenado padre Amaro vai trabalhar na cidade portuguesa de Leirira (onde o próprio Eça de Queiroz viveu no período que escreveu a obra). Lá, colocando em prática o que aprendera no seminário, depara-se com as contradições e as impossibilidades do catolicismo tal como pregado e praticado. E acaba envolvendo-se de maneira perigosa com a jovem Amélia, num drama levado à mais alta realização pela narrativa e estilística do autor. O livro inaugura o chamado realismo na literatura portuguesa, e descrições tão cruas de hipocrisias envolvendo o clero, a própria religião católica e a sociedade burguesa chocaram o moralismo da época. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-internacional/romances/o-crime-do-padre-amaro-5046465. Acesso: 20 nov. 2018)
 
Eça de Queirós - O primo Basílio
Autoria:
Eça de Queirós
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188 KB
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PDF
Sinopse:
Luísa e Jorge formam o típico casal da burguesia lisboeta. Jorge, funcionário público, viaja a trabalho para o interior de Portugal. A monotonia da vida de casada torna-se insuportável para Luísa e ela se envolve com o primo, Basílio, seu primeiro amor, recém-chegado de Paris. Instaurado o triângulo amoroso, surge Juliana, a invejosa e vingativa criada, que, encontrando cartas de Luísa dirigidas a Basílio, passa a chantagear a patroa, ameaçando entregar as provas da traição a Jorge. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/didaticos/paradidaticos/leitura-integral/o-primo-basilio-54819. Acesso: 20 nov. 2018)
 
Eleanor Porter - Pollyanna
Autoria:
Eleanor Porter
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742 KB
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PDF
Sinopse:
Narrativa que impressiona leitores do mundo todo pela intemporalidade de temas que fazer de Poliana uma obra eterna e ainda hoje um grande sucesso, pois resgata valores pessoais como bondade, respeito e solidariedade. É a comovente história de Poliana, órfã de pai e mãe, que vive muitas dificuldades mas aprende com o pai, um homem sábio, o “jogo do contente”, que a fortalece no dia-a-dia. Então o ensina aos outros para transmitir algo bom. A obra desencadeou nos EUA e no mundo uma impressionante onda de esperança, otimismo, boa vontade e sensibilidade às questões alheias. Uma verdadeira batalha de humanização!! (Sinopse disponível em: http://lelivros.love/book/download-poliana-eleanor-h-porter-em-epub-mobi-e-pdf/)
 
Euclides da Cunha - Os Sertões
Autoria:
Euclides da Cunha
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3 MB
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PDF
Sinopse:
Os sertões – marco fundamental nos estudos sobre a formação do imaginário nacional, ao lado de Casa-grande e senzala e Raízes do Brasil – foi escrito a partir de um trabalho jornalístico sobre a rebelião de Canudos, liderada por Antonio Conselheiro e duramente reprimida pelo governo. Baseada em teorias deterministas em voga na época, a obra aborda cientificamente a influência do meio sobre o homem, como mostra a própria estrutura dos capítulos: “A Terra”, “O Homem”, “A Luta”.Parte da riqueza do livro reside no fato de ele retratar a mudança de opinião do escritor que, movido por um espírito patriótico e republicano, via com maus olhos a revolta dos “fanáticos” defensores da monarquia, alinhado ao restante da elite letrada, que não tolerava a insurgência de um grupo, considerando-a uma ameaça ao projeto civilizatório do Brasil, do qual o ideal positivista de “ordem e progresso” era o lema. Dificilmente classificável, devido à mescla de jornalismo, literatura e estudo sociológico, o livro adianta temas-chave do Modernismo e tem como um de seus legados a incorporação do ponto de vista local – nesse caso, do Brasil profundo –, por meio de uma linguagem grandiosa e repleta de contrastes. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-nacional/os-sertoes-46351555).
 
Ferreira Gullar - Poema Sujo
Autoria:
Ferreira Gullar
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999 KB
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PDF
Sinopse:
Publicado em 1976, Poema Sujo é considerada a obra mais ousada de Ferreira Gullar. Produzido no exílio, em Buenos Aires, surgiu da necessidade de, como ele mesmo afirmou, "escrever um poema que fosse o meu testemunho final, antes que me calassem para sempre". E-book disponível em: https://fundbras.files.wordpress.com/2013/04/ferreira-gullar-poema-sujo.pdf
 
Franz Kafka - A metamorfose
Autoria:
Franz Kafka
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113 KB
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PDF
Sinopse:
A metamorfose é a mais célebre novela de Franz Kafka e uma das mais importantes de toda a história da literatura. Sem a menor cerimônia, o texto coloca o leitor diante de um caixeiro-viajante - o famoso Gregor Samsa - transformado em inseto monstruoso. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa o inverossímil e o senso de humor ao que é trágico, grotesco e cruel na condição humana - tudo no estilo transparente e perfeito desse mestre inconfundível da ficção universal. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/a-metamorfose-4897920.html?pac_id=125162&gclid=CJeSh-Wgw9ICFVMIkQod6J8Fgw)
 
Garcí Rodriguez de Montalvo - Amadis de Gaula
Autoria:
Garcí Rodriguez de Montalvo
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696 KB
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Sinopse:
Amadis de Gaula é uma obra marcante do ciclo de novelas de cavalaria da Península Ibérica do século XVI. Apesar de se saber que a obra existe desde, pelo menos, o século XIV, a versão definitiva mais antiga, actualmente conhecida, é a de Garcia Rodríguez de Montalvo, impressa em língua castelhana em 1496, provavelmente (a edição mais antiga conservada é de 1508), e denominada Los quatro libros de Amadís de Gaula. Tudo indica, contudo, que a versão original era portuguesa e muito anterior. O próprio Montalvo reconhece ter emendado os três primeiros livros e ser apenas autor do quarto. A obra Amadis de Gaula, depois de uma introdução em que se afirma que foi encontrada num baú enterrado, se inicia com o relato dos amores furtivos entre o Rei D. Perion de Gaula (Gales) e a Infanta D. Elisena da Bretanha, que deram lugar a uma criança abandonada numa barca. A criança, Amadis, é criada pelo cavaleiro Gandales. Mais tarde, Amadis vai em busca das suas verdadeiras origens, o que o leva a meter-se em fantásticas aventuras, sempre protegido pela feiticeira Urganda e perseguido pelo mago Arcalaus, o encantador. Atravessa o arco encantado dos leais amadores no centro da Ilha Firme, luta contra o terrível monstro Endriago, matando-o. Passa por todo o tipo de perigosas aventuras, pelo amor da sua amada Oriana, filha do Rei D. Lisuarte da Grã-Bretanha. (Sinopse disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amadis_de_Gaula)
 
George Orwell - 1984
Autoria:
George Orwell
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759 KB
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Sinopse:
O livro é considerado um clássico moderno. Ele questiona, de diversas formas e em vários momentos, os excessos delirantes do poder. Além disso, embora tenha sido publicado em 1949, mostra-se muito atual ao tratar de questões atemporais, que atingem todos que o leem, independentemente da idade, sexo, cor ou classe social. É por esses motivos, dentre outros, que “1984” é tido como um livro indispensável para o entendimento da história moderna e é altamente recomendado para empresários, funcionários de diferentes segmentos e universitários de diversos cursos. O livro não é só uma crítica ao totalitarismo, mas também um alerta sobre o nível de submissão dos indivíduos. (Sinopse disponível em: https://www.saraiva.com.br/1984-2655792.html?pac_id=123134&gclid=EAIaIQobChMIxcnFp83z4AIVkg-RCh3kjADcEAYYAiABEgJ_u_D_BwE. Acesso: 8 mar. 2019). E-book compartilhado de: http://home.ufam.edu.br/edsonpenafort/GEORGE%20ORWELL%20-%201984.pdf
 
Gil Vicente - A farsa de Inês Pereira
Autoria:
Gil Vicente
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491 KB
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Sinopse:
A Farsa de Inês Pereira é uma peça de teatro escrita por Gil Vicente. Nela o autor retrata a ambição de uma criada da classe média portuguesa do século XVI. obra foi escrita a partir de um desafio lançado por pessoas que duvidavam do talento de Gil Vicente. O autor concordou em escrever uma peça que comprovasse o provérbio "Mais quero um asno que me carregue do que cavalo que me derrube". Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Farsa_de_In%C3%AAs_Pereira
 
Gil Vicente - Auto da Alma
Autoria:
Gil Vicente
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363 KB
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PDF
Sinopse:
O Auto da Alma é uma composição dramática que faz parte do teatro de Gil Vicente, e que foi apresentado à corte no ano de 1518. Trata-se de uma peça de caráter religioso e moralista. No Auto da Alma a situação conflituosa é gerada por uma alma que deve voltar à sua unidade divina, mas acaba encontrando outros interesses que divergem deste propósitos. O Diabo tenta a todo custo seduzi-la com as riquezas da terra, enquanto o anjo busca dissuadi-la das tentações do Diabo. As ações da peça são representadas pelas paradas da alma pelo caminho, ao ouvir as tentações diabólicas. O conflito só é resolvido quando o anjo e a alma se encontram em frente a Madre Santa Igreja e esta lhe absolve dos pecados pelas lágrimas e sofrimentos de Jesus, que morreu para a redenção dos pecados. A peça é carregada de tensão do começo ao fim, visto que a alma fica o tempo todo dividida entre o desejo de continuar o caminho e as tentações. (Sinopse disponivel em: https://www.infoescola.com/livros/o-auto-da-alma/)
 
Gil Vicente - O auto da barca do inferno
Autoria:
Gil Vicente
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406 KB
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PDF
Sinopse:
O Auto da Barca do Inferno (ou Auto da Moralidade) é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respectivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória). Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade. Diz-se "Barca do Inferno", porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena – a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo – seguem na primeira. De facto, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas. Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto_da_Barca_do_Inferno
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