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Márcio Moraes
no leito solidário de uma floresta altiva descansem por favor a minha poesia
E-books
Gil Vicente - O auto da barca do inferno
Autoria:
Gil Vicente
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406 KB
Formato:
PDF
Sinopse:
O Auto da Barca do Inferno (ou Auto da Moralidade) é uma complexa alegoria dramática de Gil Vicente, representada pela primeira vez em 1517. É a primeira parte da chamada trilogia das Barcas (sendo que a segunda e a terceira são respectivamente o Auto da Barca do Purgatório e o Auto da Barca da Glória). Os especialistas classificam-na como moralidade, mesmo que muitas vezes se aproxime da farsa. Ela proporciona uma amostra do que era a sociedade lisboeta das décadas iniciais do século XVI, embora alguns dos assuntos que cobre sejam pertinentes na atualidade. Diz-se "Barca do Inferno", porque quase todos os candidatos às duas barcas em cena – a do Inferno, com o seu Diabo, e a da Glória, com o Anjo – seguem na primeira. De facto, contudo, ela é muito mais o auto do julgamento das almas. Sinopse disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto_da_Barca_do_Inferno
 
Gil Vicente - O velho da horta
Autoria:
Gil Vicente
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46 KB
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PDF
Sinopse:
O Velho da Horta é uma peça de enredo, na qual se desenvolve uma ação contínua e encadeada, em torno de um episódio extraído da vida real, ou em torno de uma série de episódios envolvendo uma personagem central, ou articulando uma ação dramática homogênea e completamente desenvolvida, com um travejamento mais complexo, com começo, meio e fim. O argumento gira em torno das desventuras de um homem já entrado nos anos e seu frustrado amor por uma jovem que vem à sua horta comprar verduras. Por meio do diálogo entre o velho e a jovem, Gil Vicente capta a crueza de uma situação que oscila entre o ridículo e o ilusório. O Velho apaixonado deixa-se levar por um amor imprudente e obcecado; a Moça, motivo dos sonhos do Velho, é irônica, sarcástica e retribui as declarações de amor com zombarias. Fonte: https://www.mundovestibular.com.br/articles/361/1/O-VELHO-DA-HORTA---Gil-Vicente-Resumo/Paacutegina1.html
 
Goethe - Os sofrimentos do jovem Werther
Autoria:
Goethe
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553 KB
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PDF
Sinopse:
A literatura alemã divide-se em antes e depois de Os sofrimentos do jovem Werther. Ao escrever Werther, em 1774, Johann Wolfgang Goethe alcançava sua primeira obra de sucesso e, de quebra, dava início à prosa moderna na Alemanha. Werther não é, simplesmente, um romance em cartas assim como Nova Heloísa de Rousseau ou Pamela de Richardson. Esta que é uma das mais célebres obras de Goethe é o romance de uma alma, uma história interior. Dilacerante, arrebatada é a história de uma paixão literalmente devastadora. Com enorme repercussão quando do seu lançamento, Werther foi um testemunho de como a literatura tinha poder de agir na sociedade. Não foram poucos os suicídios atribuídos ao romance. (Sinopse disponível em: https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-internacional/romances/os-sofrimentos-do-jovem-werther-554398).
 
Gonçalves Dias - I-Juca Pirama
Autoria:
Gonçalves Dias
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Sinopse:
A heroica estória de um guerreiro tupi que cai prisioneiro da tribo timbira.
 
Gonçalves Dias - Leonor de Mendonça (teatro)
Autoria:
Gonçalves Dias
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Sinopse:
“Leonor de Mendonça” é uma das quatro peças que o poeta romântico Gonçalves Dias escreveu, data de 1846 e é considerada um dos primeiros trabalhos teatrais do Brasil. Nela, tem-se o bom e velho triângulo (ou “pseudotriângulo”) amoroso. As personagens principais são Leonor de Mendonça (Duquesa de Bragança), D. Jaime (Duque de Bragança) e Antônio Alcoforado.
 
Gonçalves Dias - Os Timbiras
Autoria:
Gonçalves Dias
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PDF
Sinopse:
Epopeia indianista inacabada de Gonçalves Dias, é uma narração dividida em uma introdução e quatro cantos. É o ponto exato em que o mito do bom selvagem, constante desde os árcades, acabou por fazer-se verdade artística, e o poemeto épico I-Juca Pirama - a mais acabada realização do indianismo na poesia brasileira. Nos poemas são narrados os feitos de guerreiros timbiras, principalmente do chefe Itajuba e do jovem guerreiro Jatir. Altamente idealizados, estes índios falam apenas em valor, coragem, guerra e honra, num mundo habitados por inimigos vis, piagas (pajés) sábios e guerreiros valorosos. O autor usa e abusa de termos em tupi e do verso branco (sem rima). A obra Cantos era composta dos primeiros quatro cantos de Os Timbiras. Gonçalves Dias não pôde concluir o poema, pois antes disso faleceu num desastre. Em Os Timbiras, a civilização luso-brasileira é apresentada como usurpadora de uma terra que tinha outros senhores, uma “nação que tem por base / Os frios ossos da nação senhora, / E por cimento a cinza profanada / Dos mortos, amassada aos pés de escravos”. E em poemas como O Canto do Piaga e Deprecação os pajés pressagiam os horrores da colonização: “Não sabeis o que o monstro procura? / Não sabeis a que vem, o que quer? / Vem matar vossos bravos guerreiros, / Vem roubar-vos a filha, a mulher!”. (Disponível: https://www.passeiweb.com/estudos/livros/os_timbiras. Acesso: 27 maio 2020)
 
Graciliano Ramos - São Bernardo
Autoria:
Graciliano Ramos
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Sinopse:
O livro conta a história de Paulo Honório, um homem simples, que movido por uma ambição sem limites, acaba transformando-se em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos traça o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, onde não há espaço nem para a amizade, nem para o amor. (Sinopse disponível em:https://www.travessa.com.br/sao-bernardo-98-ed-2014/artigo/3ff72288-80c1-4e3a-b824-f94061afd2a9)
 
Graciliano Ramos - Vidas Secas
Autoria:
Graciliano Ramos
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Sinopse:
O que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro. Apesar desse sentimento de transbordante solidariedade e compaixão com que a narrativa acompanha a miúda saga do vaqueiro Fabiano e sua gente, o autor contou: 'Procurei auscultar a alma do ser rude e quase primitivo que mora na zona mais recuada do sertão... os meus personagens são quase selvagens... pesquisa que os escritores regionalistas não fazem e nem mesmo podem fazer ...porque comumente não são familiares com o ambiente que descrevem...Fiz o livrinho sem paisagens, sem diálogos. E sem amor. A minha gente, quase muda, vive numa casa velha de fazenda. As pessoas adultas, preocupadas com o estômago, não tem tempo de abraçar-se. Até a cachorra [Baleia] é uma criatura decente, porque na vizinhança não existem galãs caninos'. VIDAS SECAS é o livro em que Graciliano, visto como antipoético e anti-sonhador por excelência, consegue atingir, com o rigor do texto que tanto prezava, um estado maior de poesia. (Sinopse disponível em: http://www.saraiva.com.br/vidas-secas-4956467.html?pac_id=125162&gclid=CPf808Ccw9ICFROAkQodAwsDVg)
 
Gregório de Matos - O Burgo
Autoria:
Gregório de Matos
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Sinopse:
"O Burgo" é a primeira das quatro partes de série de poemas "Crônicas do Viver Baiano Seiscentista", escrita por Gregório de Matos. Nessa parte, não há outras divisões. É composta apenas por um poema homônimo.
 
Gregório de Matos - Seleção de obras póeticas
Autoria:
Gregório de Matos
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Sinopse:
"Seleção de Obras Poéticas" é uma obra na qual se reúnem os melhores poemas do escritor Gregório de Matos. Constituída de poesias líricas (religiosa, amorosa) e satíricas em forma de poemas diversos, reflete temas constantes da estética barroca, que envolvem os sentimentos humanos, expressos por meio de técnicas formais frequentes no Barroco. O mundo se funde na emoção. Gregório de Matos e Guerra nasceu em Salvador, em 1636. Foi advogado e poeta do Brasil Colônia. É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa no período. Morreu em Recife, no ano de 1695. (Sinopse Disponível em: http://www.superdownloads.com.br/download/195/selecao-de-obras-poeticas-gregorio-de-matos/)
 
Guimarães Rosa - A menina de lá
Autoria:
Guimarães Rosa
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Sinopse:
Uma menina que mora atrás da Serra do Mim começa a fazer milagres. Em sua inocência, não há maldade em seu coração nem o egoísmo humano. Sua origem é o lá, e seu destino também.
 
Guimarães Rosa - Grande Sertão:Veredas
Autoria:
Guimarães Rosa
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Sinopse:
Grande Sertão: Veredas é um livro de João Guimarães Rosa escrito em 1956. Pensado inicialmente como uma das novelas do livro Corpo de Baile, lançado nesse mesmo ano de 1956, cresceu, ganhou autonomia e tornou-se um dos mais importantes livros da literatura brasileira e da literatura lusófona. No mesmo ano, Rosa também lançou a quarta edição revista de Sagarana. Em 2006 o Museu da Língua Portuguesa realizou uma exposição sobre a obra no Salão de Exposições Temporárias, cujas fotos ilustram o artigo. Em maio de 2002, o Clube do Livro da Noruega, entidade que congrega editores noruegueses, incluiu Grande Sertão: Veredas em sua lista dos cem melhores livros de todos os tempos - único brasileiro entre 100 escritores de 54 países. (Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Sert%C3%A3o:_Veredas)
 
Guimarães Rosa - Manuelzão e Miguilim (Campo Geral)
Autoria:
Guimarães Rosa
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Sinopse:
Manuelzão e Miguilim – As duas novelas que formam este volume foram publicadas originalmente como parte de “Corpo De Baile”, passando a ter vida editorial autônoma, sob o título de “Manuelzão E Miguilim”.vManuelzão e Miguilim é uma obra composta por duas narrativas: Campo Geral e Uma Estória de Amor. Ambas são carregadas de lirismo. Em Campo Geral, vemos a habilidade de Rosa para recriar o mundo captado pela perspectiva de uma criança. Se a infância aparece com frequência nos textos rosianos, sempre ligada à magia de um mundo em que a sensibilidade, a emoção e o poder das palavras compõem um universo próximo ao dos poetas e dos loucos, é em Miguilim, nome com que passou a ser conhecida a novela, que essa temática encontra um de seus momentos mais brilhantes e comoventes. É uma espécie de biografia de infância — que alguns críticos afirmam ter muito de autobiográfico – centrada em Miguilim, um menino que morava com sua família no Mutum, um remoto lugarejo do sertão. O aprendizado das coisas do mundo é a travessia que se impõe a Miguilim; crescer implica a perda da ingenuidade e a dor. (Sinopse disponível em: http://lelivros.love/book/baixar-livro-manuelzao-e-miguilim-joao-guimaraes-rosa-em-pdf-epub-e-mobi/)
 
Guimarães Rosa - Primeiras estórias
Autoria:
Guimarães Rosa
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3 MB
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Sinopse:
Primeiras Estórias - "Guimarães Rosa já era o consagrado autor de dois livros cruciais da literatura brasileira, 'Sagarana (1946)' e 'Grande sertão: veredas (1956)', quando publicou 'Primeiras estórias', em 1962. Ao contrário do que pode dar a entender o título, está é, portanto, uma obra da maturidade do escritor, em pleno domínio de sua arte. Tanto assim, que o leitor dificilmente sai incólume do livro. Quando chega à última página, ele está encantado, extasiado, transfigurado: é um novo leitor, um novo sujeito. São 21 narrativas curtas, povoadas por um elenco inesquecível e personagens - arredios, estranhos, enfezados, loucos, infantis ou sonhadores - protagonistas de algumas das 'estórias' mais belas da língua portuguesa, como 'A terceira margem do rio', 'Sorôco, sua mãe e sua filha' ou 'Tarantão, meu patrão'. Os contos gravitam entre o lirismo e a tragédia, a comédia e o épico, o fantástico e a sátira, conduzidos pela linguagem extraordinária de Guimarães Rosa (1908-1967), na qual não existem fronteiras entre a fala popular e a escrita literária, o realismo e o irracional, a ficção e a filosofia. 'Primeiras estórias' é um livro sobre seres miúdos e comoventes escondidos nos cantos remotos de Minas Gerais, mas é também sobre a grandeza irredutível da vida, a misteriosa força dos homens e a magia primordial da língua e da linguagem. Raras vezes a literatura brasileira foi capaz de tanta audácia, invenção e inteligência." (Alcino Leite Neto - Folha de São Paulo)
 
Guimarães Rosa - Sagarana
Autoria:
Guimarães Rosa
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2 MB
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PDF
Sinopse:
Sagarana – Nove contos que revolucionaram a literatura regionalista no Brasil. Em histórias como “O burrinho pedrês”, “Corpo fechado” e “A hora e vez de Augusto Matraga”, o sertão mineiro cria vida na linguagem mágica inventada pelo gênio de Guimarães Rosa. E-book disponível em: http://lelivros.space/book/baixar-livro-sagarana-joao-guimaraes-rosa-em-pdf-epub-e-mobi-ou-ler-online.
 
Guimarães Rosa - Sorôco, sua mãe, sua filha
Autoria:
Guimarães Rosa
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82 KB
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PDF
Sinopse:
Publica em "Primeiras Estórias", o conto de Rosa traz a temática da loucura e da solidariedade sertaneja.
 
Gustave Flaubert - Madame Bovary
Autoria:
Gustave Flaubert
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1 MB
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Sinopse:
Considerado por muitos críticos e estudiosos como a maior realização do romance ocidental, "Madame Bovary" trata da desesperança e do desespero de uma mulher que, sonhadora, se vê presa em um casamento insípido, com um marido de personalidade fraca, em uma cidade do interior. Publicado originalmente em capítulos de jornal, em 1856, o romance mostra o crescente declínio da vida - interna e externa - de Emma Bovary, que figura na literatura ocidental no mesmo degrau que Dom Quixote, o personagem de Cervantes. Ambos não se conformam com a realidade em que vivem e tanto o cavaleiro da triste figura quanto a desolada dona-de-casa oscilam entre o status de herói e de anti-herói. Madame Bovary é sem dúvida a obra-prima de Gustave Flaubert (1821-1880), escritor francês que como nenhum outro na literatura ocidental levou o estilo à perfeição, reescrevendo inúmeras vezes o texto e procurando, como um artesão, o melhor encaixe das palavras. Flaubert identificou-se de tal forma com a sua protagonista que declarou: "Madame Bovary, c'est moi" (Madame Bovary é eu). Na sua maior obra, o escritor atingiu um grau de penetração dentro da mente da personagem principal como nunca ocorrera até então e abriu caminho para as aventuras psicológicas dos modernistas como Virginia Woolf, Marcel Proust, Clarice Lispector e James Joyce. Não por coincidência, Proust considerava Flaubert como um escritor de ruptura, por ter dado sentido e substância ao romance de análise psicológica. (Saraiva)
 
Helena Morley - Minha vida de menina
Autoria:
Helena Morley
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1 MB
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Sinopse:
Aclamado por escritores como Carlos Drummond de Andrade e João Guimarães Rosa, Minha vida de menina é o diário de uma garota de província do final do século XIX. Publicado pela primeira vez em 1942, antecipa a voga das histórias do cotidiano e dos relatos confessionais de adolescentes ao traçar um retrato vivo e bem-humorado da vida em Diamantina entre 1893 e 1895. A pequena Helena Morley (pseudônimo de Alice Dayrell Caldeira Brant) compõe um painel multicolorido, desabusado e quase sempre inconformista do Brasil. De lambuja, o leitor é apresentado às inquietações típicas de uma adolescente espevitada e esperta às vésperas de um novo século. (Sinopse disponível em: https://www.americanas.com.br/produto/127200739/livro-minha-vida-de-menina. Acesso: 8 mar. 2019). E-book compartilhado de: https://raaletras.weebly.com/uploads/4/9/9/4/49942009/6630207-helena-morley-minha-vida-de-menina.pdf.
 
Isabel Allende - A casa dos espíritos
Autoria:
Isabel Allende
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2 MB
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Sinopse:
A casa dos espíritos é tanto uma emblemática saga familiar quanto um relato acerca de um período turbulento na história de um país latino-americano indefinido. Isabel Allende constrói um mundo conduzido pelos espíritos e o enche de habitantes expressivos e muito humanos, incluindo Esteban, o patriarca, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza. As paixões, lutas e segredos da família Trueba abrangem três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas. Em um pano de fundo de revolução e contrarrevolução, Isabel Allende traz à vida uma família cujos laços privados de amor e ódio são mais complexos e duradouros do que as lealdades políticas que os colocam uns contra os outros. (Sinopse disponível em: https://www.saraiva.com.br/a-casa-dos-espiritos-9888281.html?pac_id=123134&gclid=EAIaIQobChMI1ojj-c7z4AIVEQmRCh1QnQ0_EAQYASABEgLdp_D_BwE. Acesso: 8 mar. 2019).
 
João Cabral de Melo Neto - Morte e vida severina
Autoria:
João Cabral de Melo Neto
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113 KB
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PDF
Sinopse:
Morte e Vida severina é um livro do escritor brasileiro João Cabral de Melo Neto, escrito entre 1954 e 1955 e publicado em 1955. O nome do livro é uma alusão ao sofrimento enfrentado pelo personagem. O livro apresenta um poema dramático, que relata a dura trajetória de um migrante sertanejo (retirante) em busca de uma vida mais fácil e favorável na capital pernambucana.
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