Sinopse:
A Escola era na Rua do Costa, um sobradinho de grade de pau. O ano era de
1840. Naquele dia — uma segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns
instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã. Hesitava entre o
morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana, que não era então esse parque atual,
construção de gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito, alastrado
de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou campo? Tal era o problema. De
repente disse comigo que o melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a
razão. [...]